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terça-feira, 21 de março de 2017

Freira espeta criança para que sentisse o sofrimento de Jesus


A freira Ludovita (foto), professora de ensino fundamental em uma escola na cidade de Kysucke Nove Mesto, norte da Eslováquia, chamou o estudante Adam Celko, 7, para a frente da classe e em sua mão espetou uma agulha para que ele fizesse ideia do sofrimento de Jesus na cruz. 



Ludovita quis que alunos tivessem 'empatia' com a crucificação



As demais crianças da classe ficaram apavoradas com medo de que outras delas tivessem também de ser agulhadas. 
Celko teria sido escolhido para a demonstração por não estar se comportando bem em sala de aula.

Helena, 30, a mãe do menino, ficou indignada.

“Quando Adam chegou em casa ele tinha uma ferida na parte de trás da mão. Eu lhe perguntei o que era aquilo, e ele disse que o ferimento tinha sido feita pela Ludovita em uma aula sobre o que Jesus sentiu ao ser crucificado.”

A mãe disse que, como a Páscoa estava chegando, ela temia o que a freira pudesse fazer com seu filho ou com outro aluno. “Trocar a agulha por um prego? Crucificar Adam?”

A direção da escola pediu esclarecimento à freira e a explicação que obteve foi de que as crianças tinham sido convidadas a experimentar uma leve dor na mão para que pudessem ter “maior empatia com o tema” e que foi Adam que espetou a si mesmo.

“Nós desaprovamos fortemente esse método de ensino”, disse um porta-voz da direção.

Ludovita foi afastada da escola.



Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem. 

Pulsos de energia podem ter origem alienígena, dizem cientistas

O registro de pulsos eletromagnéticos extremamente intensos e rápidos vindos de outras galáxias pode não ter uma causa natural. De acordo com um novo estudo, esses flashes podem ser a usina de propulsão de naves que se locomovem em velocidades próximas a da luz.



O primeiro FRB foi descobertos em 2007, pelo radiotelescópio Parkes, na Austrália, e apesar das cerca de 20 detecções posteriores, suas origens permanece um mistério.
Conhecidos como Flash Radio Bursts, ou FRB, esses pulsos são emissões eletromagnéticas muito rápidas vindas de fora da Via Láctea, detectadas por radiotelescópios. O primeiro FRB foi descoberto em 2007, pelo radiotelescópio Parkes, na Austrália, e apesar das cerca de 20 detecções posteriores, suas origens permanece um mistério.

Até agora, a teoria mais aceita para a geração desses pulsos de altíssima energia é a de que são gerados por supernovas ou fusão de objetos de dimensões galácticas. O problema é que a quantidade de energia liberada nesses fenômenos é menor que aquela calculada teoricamente para a geração dos FRBs.


Imaginação fértil ou teoria científica?
Agora, um novo estudo feito pelo conceituado Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, nos EUA, mostra que as causas dessas emissões pode não ser natural e levanta a possibilidade de serem pulsos propositais de energia usados para acelerar naves interestelares em velocidades muito elevadas.

De acordo com os autores do paper (trabalho científico), os astrofísicos Avi Loeb e Manasvi Lingam, do Harvard-Smithsonian, "vale a pena checar se esses pulsos têm ou não uma origem artificial".

Potente transmissores
O estudo tenta mostrar que os FRBs podem ser gerados por meio de gigantescos radiotransmissores construídos por inteligência alienígenas, mas que exigiriam uma área de coleta de luz solar duas vezes maior do que a da Terra. No entender dos cientistas, a geração dessas enormes quantidades de energia não iriam necessariamente derreter a estrutura, desde que corretamente refrigerada a água.

Para os teóricos, tal transmissor gigantesco é tecnologicamente viável, embora esteja muito além das capacidades atuais da humanidade.

Pra que os ETs fariam isso?
A explicação mais plausível, de acordo com a equipe do estudo, seria a impulsão espacial interestelar a velocidades incríveis. Estas naves seriam equipadas com velas leves solares que aproveitariam o impulso transmitido pelos fótons, da mesma forma que as velas dos navios regulares aproveitam o vento.

Loeb e Lingam afirmam que um transmissor capaz de gerar sinais semelhantes aos FRBs poderia facilmente propelir uma espaçonave interestelar com mais de 1 milhão de toneladas.

"Isso é forte o suficiente para transportar passageiros vivos através de distâncias interestelares ou mesmo intergalácticos", explicou Lingam.

''Roteadores de Wi-ñ são tão perigosos que plantas não nascem perto do sinal'' Comprova estudo

Só por isto já dá para imaginar o mal que os routers de wireless podem fazer à nossa saúde.

 
Cinco jovens do 9º ano de uma escola na Dinamarca criaram recentemente uma experiência que está a causar um rebuliço na comunidade científica. Tudo começou com uma observação e uma pergunta. Eles perceberam que se dormissem com os seus telemóveis perto da cabeça durante a noite, muitas vezes tinham dificuldade de concentração na escola, no dia seguinte. Elas queriam testar o efeito da radiação do telemóvel em seres humanos mas a sua escola, Hjallerup Skole, na Dinamarca, não tinha o equipamento para lidar com esse tipo de experiência. Assim, planearam outra experiência que iria testar o efeito da radiação de telemóveis em plantas, em vez dos humanos. Colocaram seis bandejas cheias de Lepidium sativum, um tipo de agrião, numa sala sem radiação, e seis bandejas de sementes em outra sala, ao lado de dois routers de wireless, que, de acordo com os cálculos deles, emitiam sobre as plantas o mesmo tipo de radiação de um telemóvel comum

Durante 12 dias observaram, mediram, pesaram e fotografaram os seus resultados.

 
Entretanto, ao final da experiência os resultados foram evidentes – as sementes de agrião colocados perto dos routers não tinham crescido. Muitas delas estavam completamente mortas. Enquanto as sementes de agrião plantadas na outra sala, longe dos routers, germinaram. As meninas receberam honras numa competição regional de ciência, com a apresentação desta experiência, e interesse de cientistas de todo o mundo.

 

De acordo com Kim Horsevad, o professor da Hjallerup Skole na Dinamarca, onde a experiência com os agriões ocorreu, um professor da neurociência no Instituto Karolinska, na Suécia, está interessado em repetir a experiência, em ambientes profissionais científicos controlados. Essa experiência vai dar muito que falar ainda. Aguardem!