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segunda-feira, 12 de junho de 2017

ONU afirma que levar crianças à Igreja é “violação dos direitos humanos”



Um relatório recente da Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos está causando grande debate na Europa. Segundo a avaliação do grupo de observadores da ONU que visitou o Reino Unido, há preocupação com o fato de crianças serem obrigadas a participar de serviços religiosos e de cultos.
Frequentar a igreja poderia ser uma “violação dos direitos humanos”, afirmam os responsáveis pelo Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. Portanto, recomendaram que o governo “revogue as disposições legais sobre frequência obrigatória em atos de caráter cristão”.
Seguindo uma tradição histórica, a maior parte do sistema educacional do Reino Unido está nas mãos de igrejas. Até o quinto ano, a participação em cultos religiosos faz parte das atividades, como aulas de ensino religioso. Só estão dispensadas caso os pais não autorizem ou pertençam a outra fé.
O material compila 150 recomendações, apontando que a Grã-Bretanha pode estar violando a Carta da ONU sobre os Direitos da Criança em vários aspectos. No relatório não existe qualquer menção de violação de direitos humanos por parte da comunidade islâmica, que administra várias escolas.
Possivelmente por que o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos é Zeid Ra’ad Al Hussein, um príncipe jordaniano, que professa a fé muçulmana. Também foi ignorado o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, que garante a todo ser humano a “liberdade de manifestar sua religião ou crença”, em público ou em particular.
David Burrowes, um parlamentar conservador, afirma que esse relatório, deve ser jogado no lixo, que é o seu lugar devido. “Um ato coletivo cristão não é um exercício de doutrinação. É reconhecer e respeitar a herança cristã do país e dar às pessoas uma oportunidade para refletirem”, disparou.
Burrowes aproveitou para fazer uma cobrança séria: “A ONU deveria passar mais tempo fazendo o seu principal trabalho, de prevenção das guerras e do genocídio, em vez de meter o nariz nas salas de aula de outros países”.
Ele se referia ao fato da Organização se negar a reconhecer que existe um genocídio contra os cristãos em andamento no Oriente Médio. Com informações de CBN

Por Jarbas Aragão

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Um comentário:

  1. Como é o mundo com as religiões, carnefecína, idolatria, deturbação da mente, mortes, medos, propagação do medo e horror da condenação a um inferno criado por espertalhões, de um céu para poucos, de filhos escolhidos, de pessoas possuídas por demônios (problemas que bastaria um bom amigo, conselheiro, psicólogo para resolver).

    Como seria o mundo sem religiões, deus, diabo, santos, anjos, sem dúvidas, uma paz, um sossego, uma calmaria, um paraíso.

    Na natureza não existe filhos perfeitos ou imperfeitos, somos todos iguais dotados de vida, não existe o sobrenatural tudo pode ser explicado através da lógica, não existe reglas escritas em livros de letras mortas, mas reglas escritas na própria natureza.

    O julgamento se dá igualmente com aquilo que se apronta a favor ou contra a natureza, exemplos:

    Sujando a água, faltará água limpa.
    Destruindo as árvores, mares, o ar.... todos seremos condenados por estas atitudes.
    Não permitindo a destruição das árvores, mares, o ar.... todos seremos abençoados pela natureza.

    A natureza não designou nenhum espertalhão, deus imaginário, santo, lucifer imaginário, para dirigir nossas vidas, para nos condenar, para nos salvar.

    Quanto mais tempo vocês demorarem para aprender isso, mais sofrerão as consequências.

    O planeta Terra não suporta tanta gente nascendo sem parar, temos que limitar de forma natural através leis específicas e mundialmente acatadas.

    Exemplos:

    - O casal poderá ter no máximo 2 filhos com 7 anos de intervalo entre eles.
    - Proibindo o casamento de dependentes químicos, de cigarro, alcoolotras estas pessoas para poderem casar deveriam passar por um tratamento de 7 anos para a completa desintoxicação e somente depois não tendo recaídas, seriam liberado para isto.
    - Agitadores, assassinos, estupradores... proíbidos de casar e terem filhos, através da medicina.

    - Casamento somente depois de uns 2 anos para verificar a compatibilidade entre o casal. etc.

    Menos pessoas nascendo, menos serão os sem tetos, sem empregos, menos violência, etc.

    Tudo é questão de LÓGICA e não de ilusões criadas pela mente de espertalhões.


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