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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Mistério do desaparecimento de aviões no Triângulo das Bermudas pode ter acabado



O mistério do desaparecimento repentino de navios e aviões na região do Triângulo das Bermudas (área do Oceano Atlântico entre a Flórida, Porto Rico e Bermuda) pode ter sido resolvido: cientistas da Universidade de Colorado e do Arizona, nos Estados Unidos, descobriram que a culpa pode ser de nuvens locais “estranhas”.

Os meteorologistas conseguiram observar o fenômeno com a ajuda de imagens de satélites responsáveis pela monitoração do clima. Eles notaram a existência de nuvens em formato de hexágono (parecido com um favo de abelha).

Ainda não se sabe a origem das nuvens, entretanto, eles sugerem que elas podem atuar como uma “bomba de ar”: elas explodem e soltam ventos como se fossem furacões, em velocidades que podem alcançar por volta de 140 km/h e, consequentemente, gerar ondas no oceano de cerca de 14 metros de altura. Esses fenômenos podem, portanto, ter sido a causa dos acidentes aéreos e naufrágios misteriosos.

Fenômeno do Triângulo das Bermudas


A princípio, a formação dessas nuvens é imprevisível.
Em entrevista para o Science Channel, da Discovery, os cientistas alegam que o fato é um anomalia na região, que registra um índice alto de tempestades e naufrágios desde o começo do século 20.
Em torno de 75 aviões e milhares de navios já desapareceram por lá. Entre os destaques, está um navio de carga da marinha norte-americana, USS Cyclops, em 1918, e o avião comercial British York, em 1952 (com 33 passageiros a bordo).
Um dos últimos acontecimentos foi o sumiço do navio “El Faro”, em 2015, com 33 pessoas a bordo, e um barco que levava cerca de 12 brasileiros ilegalmente para os Estados Unidos, em novembro de 2016.
O desaparecimento repentino de navios e aviões na região do Triângulo das Bermudas (área do Oceano Atlântico entre a Flórida, Porto Rico e Bermuda) pode ter sido resolvido: cientistas da Universidade de Colorado e do Arizona, nos Estados Unidos, descobriram que a culpa pode ser de nuvens locais “estranhas”.

Os meteorologistas conseguiram observar o fenômeno com a ajuda de imagens de satélites responsáveis pela monitoração do clima. Eles notaram a existência de nuvens em formato de hexágono (tipo favo de abelha).

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