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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Escrava sexual do Daesh foi forçada a comer o filho bebé

Deputada iraquiana revela como a comunidade Yazidi é torturada pelos terroristas. Uma menina de 10 anos foi violada até à morte e frente à família. 





Vian Dakhil,a única deputada Yazidi no parlamento iraquiano, revelou numa emotiva entrevista os métodos de tortura a que a sua comunidade é sujeita pelos terroristas do Daesh. Ao canal egípcio Extra News, Dakhil contou que uma mulher Yazidi foi feita escrava sexual do grupo terrorista e depois forçada a comer o próprio filho bebé. "Uma das mulheres que conseguimos salvar contou que era violada diariamente pelo Daesh. Deixaram-na três dias numa cave sem comida ou água. Depois trouxeram-lhe um prato de arroz e carne, que ela comeu imediatamente por estar esfomeada. Quando acabou disseram-lhe ‘Matámos e cozinhámos o teu filho de um ano que tínhamos raptado. Foi isso que acabaste de comer’", contou a deputada, entre lágrimas. O Daesh consideram que as pessoas de etnia Yazidi não são árabes nem muçulmanos dignos e são tratados como "fiéis diabo". Desde que está no ativo, o grupo ‘jihadista’ já matou milhares de Yazidis, raptando várias mulheres e crianças que são usadas como escravas sexuais dos terroristas. Escravas sexuais torturadas até à morte Vian Dakhil recordou ainda o caso de uma menina de 10 anos que foi violada até à morte em frente à família. "Falei com uma rapariga Yazidid que me contou que os terroristas a raptaram, juntamente com os pais e seis irmãs. Levaram-lhe a irmã mais nova, de apenas dez anos e violaram-na repetidamente em frente à família. Violaram-na até ela morrer. Uma menina que tinha apenas dez anos. Porquê? Porque é que estes selvagens nos fazem isto", questiona a deputada durante a entrevista, na qual o jornalista que a questionava também não conseguiu conter as lágrimas e chorou com a entrevistada. Foi ainda discutido o caso de Lamiya Haji Bashar, uma adolescente que foi violada por mais de 40 terroristas do Daesh e espancada quando tentava fugir. A jovem era agredida e queimada pelos homens, que lhe diziam que lhe cortavam um pé ou a matavam para a impedir de escapar. "Disse-lhe que se me cortassem um pé eu fugia com o outro, que eu nunca ia desistir. E eles continuarama  torturar-me", contou a jovem no Parlamento Europeu, onde pediu ajuda para os refugiados Yazidis. Lamiya conseguiu fugir do cativeiro do Daesh juntamente com um grupo de outras raparigas.

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