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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Desarmados: o filme que George Soros não quer que você veja

Desarmados é um documentário (disponível na plataforma Now e no *Youtube*) que trata sobre o i) direito das pessoas terem armas para se defenderem, ii) a falácia sobre desarmamento da população civil e redução da violência,  e  iii) o golpe sofrido na democracia brasileira, na qual a população votou majoritariamente pelo direito à posse de armas (referendo de 2005), mas viu sua escolha ser atropelada jurídica e sorrateiramente pelo estatuto do desarmamento. O filme conta com a opinião de especialistas no assunto, entre eles, Bene Barbosa, autor do livro Mentiram muito para mim sobre o Desarmamento e também meu próximo entrevistado no programa Economia e Política sem meias Palavras, que vai ao ar amanhã, quinta feira (29) às 15h40, com transmissão ao vivo no TV InfoMoney

Desarmados é um documentário (disponível na plataforma Now e no *Youtube*) que trata sobre o i) direito das pessoas terem armas para se defenderem, ii) a falácia sobre desarmamento da população civil e redução da violência, e iii) o golpe sofrido na democracia brasileira, na qual a população votou majoritariamente pelo direito à posse de armas (referendo de 2005), mas viu sua escolha ser atropelada jurídica e sorrateiramente pelo estatuto do desarmamento.

O filme conta com a opinião de especialistas no assunto, entre eles, Bene Barbosa, autor do livro Mentiram muito para mim sobre o Desarmamento e também meu próximo entrevistado no programa Economia e Política sem meias Palavras, que vai ao ar amanhã, quinta feira (29) às 15h40, com transmissão ao vivo no TV InfoMoney.

No filme, Bene Barbosa desmistifica com exemplos, argumentos e dados a ideia de que nos países onde ocorreu o desarmamento da população civil, a violência diminuiu, muito pelo contrário. Como exemplo, cita o Reino Unido, que proibiu a posse de armas, e a violência aumentou. Por outro lado, a Suíça tem uma legislação extremamente permissiva à posse de armas, e a violência é praticamente inexistente. Em artigo recente publicado no InfoMoney (aqui), tirei a correlação entre número de armas per capita da população civil x homicídios, e o resultado é que, na média, países onde a população está mais desarmada, os assassinatos são maiores. É evidente que correlação não é causalidade, mas é um bom indício para mostrar que o desarmamento da população civil não reduz a violência, muito pelo contrário. Claro, o bandido não deixará de ter uma arma só porque é ilegal. O desarmamento da população civil não acabará com o mercado ilegal de armas.

Um argumento recorrente pelos desarmamentistas é que a proibição de armas de fogo não visa à redução dos crimescometidos pelos bandidos, mas reduzir os riscos de mortenas brigas entre vizinhos, e de trânsito. 

Alegam também que o brasileiro tem sangue latino e por isso sacaria uma arma por qualquer briga. Os especialistas no filme desmontam essa hipótese com vários argumentos: Primeiro, a maioria dos crimes no Brasil não é passional, mas cometidos por bandidos. Segundo, o Uruguai e o Paraguai são bem menos violentos do que o Brasil, com uma legislação muito menos restritiva à posse de armas (ou será que o Paraguai não é um país latino?). Terceiro, quem puxa uma arma para brigar no trânsito já é bandido; provavelmente já é comprador no mercado ilegal. Quarto, o Brasil, antes de 1997, tinha uma legislação bem menos restritiva a armas de fogo, e a violência era muito menor (será que o brasileiro se tornou repentinamente mais passional?). Quinto, supõe-se que qualquer um poderia ter uma arma, sem preparo técnico e psicológico. Pelo contrário, aqueles que lutam contra o desarmamento da população civil defendem um mínimo de preparo para ter uma arma, assim como passamos por testes para dirigir, por
exemplo. 

Um dos pontos principais levantando no filme é o direito da pessoa de se defender. O direito à defesa de sua própria vida é um direito natural. Esse direito é inclusive defendido por todas as religiões. O filme deixa muito claro que ser contra o desarmamento da população civil não é obrigar a pessoa a ter uma arma, mas dar o direito de escolha dela poder se defender.Esse direito de defesa individual é essencial por uma simples razão: a polícia não consegue ser onipresente em todas as situações. Na maioria das vezes, a polícia chega quando o crime já ocorreu.

Além disso, num país em que a população tem o direito de ter uma arma existe o efeito sinalização. O bandido pensará duas vezes antes de cometer um crime, pois tem um componente de incerteza (risco por definição): ele não sabe quem está armado ou não (como diria aquele filme, “bandido também tem medo de morrer”). Hoje, no Brasil, o marginal tem a certeza absoluta de que o cidadão está desarmado e que todas as pessoas ao redor dele também. O criminoso tem a certeza de que é uma abordagem quase sem risco. Pior: o bandido sabe que, mesmo capturado pela polícia, a lei será dócil com ele, as ONGs de esquerda irão defendê-lo, e a mídia condenará o bandido e afagará o criminoso na mais incompleta inversão de valores da sociedade moderna.

Mas infelizmente o direito à defesa começou a ser duramente cerceado a partir do governo FHC. Conforme o filme mostra, PT e PSDB entraram para valer na campanha pelo desarmamento em 1997. A campanha contou com o apoio de ONGs e artistas engajados (faziam aquele símbolo da pombinha, lembram?). Mas o
que o establishment não contava é com o esmagador NÃO da população pelo desarmamento. Numa votação maior que a de Lula e FHC, o povo votou maciçamente a favor do direito à posse de armas no referendo de 2005. Embora a pergunta fosse sobre o direito à comercialização de armas, é evidente, por uma simples
questão lógica, que quem votou pela manutenção do direito à comercialização era a favor da manutenção do direito de posse de armas. 

Como o establishment perdeu nas urnas, apelou para a burocracia e fez uma legislação tão restritiva ao porte de armas, que na prática o cidadão perdeu completamente o seu direito à defesa, conforme salientou Bene Barbosa no filme.

Se ainda tem dúvidas sobre o direito à defesa, à posse de armas, pense que todas as ditaduras, de Hitler a Stalin. De Lenin a Fidel, o que fizerem? Desarmaram a população civil. Por que será?

Por fim, faltou dizer que George Soros, o bilionário capitalista e globalista, patrocinador das ONGs que defendem abertamente as pautas esquerdistas (aborto, legalização das drogas, ideologia de gênero, etc.) também financia os movimentos desarmamentistas. A ONG "Sou da Paz" é apoiada pela Open Society Foundations (Fundação de Geroge Soros), conforme apontado pelo site Spotniks. (aqui). É evidente queuma população armada é uma resistência a qualquer projeto de controle absoluto da sociedade civil por um grupo bilionário (globalistas), mascarado pela palavra democracia. George Soros como um agente do globalismo (veja aqui) sabe disso. (para maior conhecimento sobre o globalismo – leia o texto viral “Por que George Soros financia movimentos de esquerda”?).


Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor da matéria e não necessariamente refletem a opinião Universo Cético.

Fonte
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