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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Conheça Enriqueta Martí, a vampira de Barcelona


Protegida da aristocracia, ela matou e prostituiu centenas de crianças no início do século XX.

No final do século XIX e início do século XX, uma mulher aterrorizou a cidade de Barcelona, sequestrando, prostituindo, torturando e assassinando centenas de crianças. Enriqueta Martí começou a se prostituir em bares e bordéis em sua adolescência. Ela foi casada com o pintor Juan Pujaló e, por décadas, fez-se passar por mendiga, com o objetivo de roubar crianças para fins macabros.

A mulher era cafetina infantil e servia aos altos escalões da sociedade barcelonesa.

Muitas vezes, assassinava as pequenas vítimas e, a partir dos corpos, fabricava unguentos e remédios mágicos que vendia a preços astronômicos, anunciando-os como curas milagrosas. Foram os poderosos da época que a protegeram depois de sua primeira detenção, em 1909.

Após o desaparecimento de Teresita Guitart Congost, uma menina de classe alta, em 1912, Enriqueta foi presa e condenada à prisão perpétua. Teresita foi encontrada viva ao lado de outra criança que havia sido roubada quando ainda era recém-nascida. Na casa de Enriqueta, foram encontrados mais de 12 cadáveres e um laboratório repleto de restos humanos.


Não é possível determinar quantas crianças Enriqueta matou, mas acredita-se que o número pode chegar a 200. Após sua prisão, Enriqueta foi linchada até a morte pelas outras detentas, em 1913.

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