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sexta-feira, 23 de junho de 2017

A armadilha mortal do Exército de Terracota que assusta especialistas


Os arqueólogos não se atrevem a abrir a tumba do primeiro imperador chinês, pois acreditam que ela guarda armadilhas mortais

Em 1974, dois camponeses da província de Shaanxi, na China, fizeram uma das descobertas arqueológicas mais importantes do século XX. Debaixo de seu terreno, havia mais de 8 mil esculturas dispostas como um batalhão para proteger o túmulo do imperador Qin Shihuang (210-209 a. C.). 

O Exército de Terracota, esculpido em escala natural e ordenado em um terreno gigante, do tamanho de uma cidade medieval, guardou, por milhares de anos, o mausoléu do grande imperador chinês, que, segundo historiadores, teria morrido em consequência de uma overdose de mercúrio. 

Mais de 40 anos após a descoberta, a sepultura de Qin Shihuang continua intacta. Os especialistas acreditam que ainda não existe uma tecnologia capaz de proteger os tesouros históricos que lá estão preservados dos danos que sofreriam ao serem expostos ao oxigênio. 


Além disso, o túmulo poderá estar resguardado por várias armadilhas de metal, capazes de matar aqueles que se aventurarem por seu interior. Acredita-se, inclusive, que o recinto estaria cercado de grandes valas de mercúrio líquido. 

Fonte

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