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quarta-feira, 7 de junho de 2017

6 tentativas fracassadas de matar Adolf Hitler


Quando Adolf Hitler tirou a própria vida com um tiro na cabeça, em abril de 1945, ele terminou uma missão que dezenas de pessoas tentaram concluir ao longo de sua vida. O ditador foi alvo de várias tentativas de assassinato organizadas por inimigos políticos e antigos parceiros, incluindo várias que chegaram bem perto do sucesso.
Antes mesmo de chegar ao cargo de chanceler da Alemanha, em 1933, Hitler há havia sido vítima de quatro tentativas de homicídio. Quando ele chegou ao poder, o número cresceu progressivamente, alcançando a casa das dezenas (ao menos 30 tentativas de assassinato do ditador são conhecidas).
De confusões regradas à cerveja a conspirações por dissidentes nazistas, vamos conhecer algumas das tentativas de assassinatos que mais se aproximaram de matar Hitler e mudar a história.

1 – 1921: O conflito da cervejaria em Munique



A primeira tentativa de homicídio contra Hitler aconteceu cerca de 20 anos antes do início da Segunda Guerra Mundial. Em novembro de 1921, quando era ainda jovem e desconhecido, ele decidiu fazer um discurso na cervejaria Hofbräuhaus, em Munique. As palavras de Hitler rapidamente provocaram um alvoroço no lugar, que se tornou numa verdadeira arena de batalha entre políticos de todas as correntes.
Enquanto alguns trocavam socos, garrafas e cadeiradas, um grupo de desconhecidos começou a disparar na direção do autor do discurso, Hitler. Ele não foi ferido e chegou a tentar prolongar o discurso por quase vinte minutos até a chegada da polícia no local.

2 – 1938: O plano de Maurice Bavaud



No fim de 1938, o estudante suíço de teologia Maurice Bavaud comprou uma marma e passou a seguir Hitler pela Alemanha. Ele acreditava que o Führer era uma ameaça aos valores da Igreja Católico e era a própria encarnação do Diabo. Ele finalmente teve a chance de colocar um fim à vida do líder em 9 de novembro daquele ano, quando Hitler e outros nazistas marcharam por Munique para uma celebração.
Bavaud se juntou ao público e esperou até que o Führer se aproximasse. Quando ele achou que poderia fazer o disparo, no entanto, os presentes ao seu redor levantaram os braços para a saudação nazista e bloquearam sua visão. Ele desistiu da tentativa momentânea e acabou preso quando tentou escapar da Alemanha como passageiro clandestino de um trem e confessou o desejo de matar Hitler.

3 – 1939: Bomba de Georg Elser



Georg Elser era um carpinteiro alemão e comunista que era completamente contra o regime nazista. Ele acreditava que as políticas de Hitler iriam levar a Alemanha à guerra e à ruína. Sabendo que Hitler iria discursar na cervejaria Bürgerbräukeller, em Munique, ele passou meses trabalhando na construção de uma bomba-relógio que explodiria depois de 144 horas. Quando o dispositivo foi finalizado, ele começou a visitar a cervejaria para organizar o esconderijo da bomba. Depois de semanas fazendo isso, ele consegui instalar o explosivo, que deveria ser ativado às 21h20 do dia 8 de novembro de 1939.
O plano parecia perfeito, mas com o início da Segunda Guerra Mundial alguns meses antes, Hitler alterou o início do discurso para as 20h. Às 21h07 ele já havia discurso e apenas cinco minutos depois, às 21h12, já estava fora do prédio. Como previsto, oito minutos depois, a bomba de Georg Elser explodiu e matou oito pessoas, mas não o líder nazista. Na mesma noite ele foi detido tentando cruzar a fronteira com a Suíça e confessou ser o autor da tentativa de homicídio.

4 – 1943: Bomba de Henning von Tresckow



Um dos mais audaciosos planos contra Hitler se deu em 13 de março de 1943, quando o líder nazista fez uma visita ao oficial Henning von Tresckow no posto de Smolensk, na Rússia. Antes do Führer embarcar para sua partida, Tresckow entregou um embrulho a um dos funcionários da equipe de Hitler, dizendo que se tratava de duas garrafas de licor que deveriam ser enviadas para um amigo em Berlim. O oficial aceitou a encomenda, sem saber que se tratava de um conjunto de explosivos que seriam ativados dentro de 30 minutos.
Tresckow descobriu que seu plano havia sido frustrado quando recebeu a notícia de que Hitler havia pousado em segurança na Alemanha. Com medo de ser descoberto, Tresckow entrou em contato com o parceiro de conspiração Fabian von Schlabrendorff, que foi até as instalações de Hitler para trocar o pacote com as bombas por um com licores. Ao analisar os dispositivos, perceberam que havia um fusível defeituoso no explosivo que impediu que a bomba fosse ativada.

5 – 1943: Missão Suicida de Rudolf von Gersdorff



Apenas uma semana depois da tentativa frustrada de Tresckow, ele e seu grupo organizaram um novo plano. O oficial Rudolf von Gersdorff se apresentou como voluntário para plantar bombas no local escolhido para o ataque, mas percebeu que a segurança era forte demais para que o plano funcionasse. Nesse momento, ele concluiu que a única forma de conseguir o sucesso seria carregando as bombas. Gersdorff decidiu apostar no plano e se aproximou de Hitler no dia da visita. Apesar do contador ter sido ativado com somente dez minutos para a explosão, o Führer ficou bem menos tempo que isso no local, o que fez com que Gersdorff precisasse fugir rapidamente para conseguir desarmar a bomba antes de uma tragédia.

6 – 1944: Atentado de 20 de julho



Pouco tempo depois das invasões do Dia D, em 1944, uma série de agentes alemães organizou um grande plano para assassinar Hilter na Toca do Lobo, seu centro de comando na Prússia. No centro do plano, estava o coronel Claus von Stauffenberg, que também contava com a ajuda de Tresckow, Friedrich Olbricht e Ludwig Beck. A ideia do grupo era matar o Führer com uma bomba e usar o reserva militar para dar um golpe nos comandantes nazistas restantes. O plano ficou conhecido como Operação Valquíria.
Em 20 de julho de 1944, Stauffenberg colocou o plano em ação depois que ele e outros oficiais nazistas foram convocados para um encontro com Hitler na Toca do Lobo. Ele chegou carregando uma maleta com explosivos plásticos, deixou o material perto de Hitler e deixou a sala alegando que precisava fazer uma ligação. Poucos minutos depois, a bomba explodiu matando quatro homens, mas causou apenas ferimentos leves em Hitler, pois um oficial havia movido a maleta para trás de uma mesa de madeira segundos antes da explosão.

Depois de tantos atentados contra o Führer, principalmente o ocorrido em 20 de julho, Hitler começou a ser visto como imortal por muitos. Apesar disso, passou a se tornar recluso nos meses que seguiram a tentativa de homicídio e foi visto poucas vezes em público antes de seu suicídio quase um ano depois, em 30 de abril de 1945.
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