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terça-feira, 2 de maio de 2017

Telescópio da Nasa flagrou buraco negro da Via Láctea liberar “bolha colossal de gás”

Telescópio Hubble da Nasa flagrou um buraco negro no centro da Via Láctea consumindo um grande quantidade de gás. Logo após o evento, ele liberou uma “bolha colossal de gás equivalente a milhões de sóis, que agora está vagando pelo nosso sistema solar”, conforme boletim oficial da agência espacial norte americana.

Bolha no espaço

A bolha é uma estrutura conhecida como Bolha de Fermi, da qual não se sabia praticamente nada. A partir das observações, foi possível descobrir como ela se forma e do que é feita.
Já se sabe que ela tem cerca de 2 milhões de anos e quase 10 mil °C, que é considerado frio em comparação com temperaturas de outros gases, que podem alcançar 10 milhões de °C.
Além disso, foi possível verificar a existência de carbono e silício, o que indica que o gás dentro da bolha deve ser remanescente de estrelas. Ele se movimenta a mais de 16 milhões de km/h e sua massa equivale a dois milhões de sóis. A borda norte da bolha fica a 23 mil anos-luz acima da nossa galáxia.

Como a bolha conseguiu sair do buraco negro?

Se o buraco negro é uma parte do espaço que possui grande quantidade de matérias densas (pesadas) concentradas, com uma força que supera a intensidade da força da gravidade, e que são escuros porque nem a luz consegue sair depois de entrar, como essa bolha escapou?
Depois de absorvida para o interior do buraco, parte desse gás que foi engolido ficou mais quente e conseguiu fugir pelo eixo de rotação (ponto do qual ele começa a girar), formando um fluxo que se estende por um longo pedaço do espaço.

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