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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Nasa divulga análises sobre dados de Júpiter enviados pela sonda Juno

Ciclone tem mais de mil quilômetros de largura.

Movimento caótico das tempestades surpreendeu pesquisadores


Cientistas da Agência Espacial Americana anunciaram novas descobertas sobre Júpiter, o maior planeta do sistema solar.
No Polo Sul de Júpiter, cada rodamoinho é um ciclone com mais de mil quilômetros de largura. A sonda Juno, da agência espacial americana, chegou a Júpiter em 2016, mas só agora foram divulgadas as primeiras análises dos dados coletados pela Nasa.
Os cientistas acreditam que Júpiter possa guardar informações preciosas sobre a origem do sistema solar.
“É a primeira vez que estamos olhando para dentro de Júpiter e o que estamos vendo é muito diferente do que tínhamos previsto”, disse Scott Bolton, cientista-chefe da missão.
Nas camadas mais altas da atmosfera de Júpiter a temperatura é muito baixa. Então, nas tempestades de lá, não tem chuva como na Terra. Segundo as pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (25), tem neve, tanto de água congelada como muito provavelmente de amônia também.
Os pontos brancos na foto são imensas nuvens que teriam sido formadas por água e amônia. Debaixo delas, a parte sólida de Júpiter é maior do que se estimava.


O movimento caótico das tempestades também surpreendeu os pesquisadores, assim como a força do campo magnético, dez vezes maior que o da Terra. Sendo um dos cinco planetas visíveis a olho nu, Júpiter é conhecido da humanidade há milênios, mas nunca vimos o deus dos deuses romanos tão de perto.


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