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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Museu de Londres desperta curiosidade com exibição mítica ::UC::

Intocadas desde a década de 1940, as caixas continham mais de 5 mil espécimes da flora e da fauna
Possíveis fósseis de fadas da Coleção de Merrylin Foto: Alex CF /merrylinmuseum.com.

Um museu não convencional em Londres desperta a curiosidade e desafia as espécies vivas classificadas pela ciência.

Supostos restos preservados de fadas, elfos, dragões, lobisomens e outras criaturas fazem parte desta incomum coleção exibida em Londres sob o nome de Cryptid Merrylin Collection.


“As peças da coleção são as mais incríveis que conheci”, diz Alex CF – grande admirador do legado do Professor Thomas Theodore Merrylin -, também responsável por dirigir e manter o museu. Alguns o têm chamado de “oportunista” e “vigarista”, embora ele rejeite estas alegações.
Icythyosapien (acuático) Foto: Alex CF

Segundo o museu, um grande número de caixas de madeira que foram encontradas seladas no porão de uma casa em Londres antes da sua demolição.


Aparentemente intocadas desde a década de 1940, as caixas continham mais de 5 mil espécimes da flora e da fauna, recolhidas, dissecadas e preservadas, porém esquecidas ou desconhecidas por muitos cientistas, professores e exploradores de outras culturas. Essas espécimes alternativas são negadas pela ciência contemporânea.
Homo lupus, licántropo adulto Foto: merrylinmuseum.com

A coleção também abrigava muitos artefatos de origem curiosa, como uma máquina que poderia parar o envelhecimento.

Thomas Theodore Merrylin

Segundo o site do museu, o Professor Merrylin nasceu em 1782 no norte de Hellingshire na Inglaterra, em uma rica família aristocrática.


Sua mãe morreu no parto e ele foi criado por seu pai Edward, um general do exército.
A coleção também abrigava muitos artefatos de origem curiosa, como uma máquina que poderia parar o envelhecimento.

Thomas Theodore Merrylin

Segundo o site do museu, o Professor Merrylin nasceu em 1782 no norte de Hellingshire na Inglaterra, em uma rica família aristocrática.

Sua mãe morreu no parto e ele foi criado por seu pai Edward, um general do exército.
Homo Vampyrus (vampiro) Foto: merrylinmuseum.com

Uma vez aposentado, seu pai se apaixonou por história natural esotérica e dedicou o resto de sua vida viajando pelo mundo em busca de artefatos ilusórios e espécies ocultas que residem nos continentes esquecidos ou locais escuros, longe de olhares indiscretos.


Eles viajaram juntos por muitos anos até que seu pai faleceu de morte súbita. Desde então, Thomas encontrou consolo em seu trabalho e decidiu continuar a coleção que tinha começado com seu pai.
Thomas Theodore Merrylin Foto: merrylinmuseum.com

Em 1899 ele reuniu uma pequena parte de seus espécimes para visitar toda a América, mas não teve sucesso devido às atitudes conservadoras dos estudiosos da época, que consideraram sua coleção uma “blasfêmia”, de acordo com o site do museu.

Nos anos seguintes, a coleção Merrylin expandiu exponencialmente e viajou para os quatro cantos da Terra, atraindo seguidores e pesquisadores que juntaram novas peças para sua coleção.

O porão do orfanato


Na primavera de 1942 – segundo o site do museu – uma pessoa que se apresentou como sendo Thomas Theodore Merrylin contactou o orfanato masculino Tunbridge, querendo doar uma grande casa de Londres para o orfanato. As únicas condições eram que a casa nunca fosse vendida, e o porão nunca fosse aberto.
Jornal com a notícia da doação da propriedade para o orfanato Foto: merrylinmuseum.com

O homem que dizia ser Merrylin rapidamente desapareceu sem deixar rastro. A propriedade foi vendida no entanto, o dinheiro doado à caridade.

Assim, a propriedade precisou ser demolida para dar lugar a um novo bairro residencial.
Draco Alatus (Dragón) Foto: merrylinmuseum.com

Os trabalhadores do novo empreendimento abriram o porão antes da demolição e se depararam com milhares de misteriosas caixas de madeira hermeticamente fechadas.


Enquanto alguns espécimes parecem claramente ter sido produto do engenho humano, outros intrigam mesmo o mais céticos.

Esboços e ilustrações revelam que houve uma análise minuciosa das supostas criaturas míticas, mas também pode significar um possível modelo que servia de base para a criação das peças.
Fóssil de possível dragão da Coleção de Merrylin Foto: merrylinmuseum.com

Seja qual for o caso, a coleção inédita certamente irá levantar numerosas questões.

Falsificação? Criação artística? No entanto, se for demonstrado que as peças são autênticas, haverá uma mudança de paradigma na ciência e na história.
Draco Fluminis Foto: merrylinmuseum.com

Se os “contos de fadas” e criaturas fantásticas realmente existiram, isso iria desafiar a nossa compreensão da natureza gerando uma dúvida: por que esconder isso?

Por Celeste Caminos
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