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quinta-feira, 25 de maio de 2017

‘Mega estrutura alienígena’ novamente entra em ação e deixa astrônomos perplexos

Em 2009 foi descoberta uma estrela que apresentou um comportamento luminoso absolutamente anormal. Sua luz parecia escurecer de tal forma que a Física Moderna não poderia explicar. Por este motivo a estrela foi chamada de “megaestrutura alienígena” – conhecida oficialmente como KIC 8462852, ou estrela de Tabby – localizada a cerca de 1.500 anos-luz de distância, entre as constelações Cygnus e Lyra da Via Láctea.


O fato é que relatórios recentes indicam que a estrela mais estranha do Universo de repente entrou em ação novamente. Os pesquisadores afirmam que sua luz começou a escurecer de maneiras bizarras – exatamente como fez há dois anos, quando ela deixou os cientistas perplexos com suas emissões de luz irregulares.

Este novo evento foi imediatamente notado pois desde que a KIC 8462852 chocou os físicos com seu abrupto e inexplicável escurecimento, astrônomos de todo o mundo voltaram seus telescópios para a estrela a fim de captarem o máximo de comprimentos de onda possíveis.


Desta vez, podemos ver a pesquisa em ação, no último fim de semana os astrônomos começaram a se apavorar no Twitter, dizendo a todos que um telescópio enorme pode ajudá-los a descobrir o que realmente está acontecendo.

O que torna esta estrela tão incomum é o quanto ela escurece – até 20%. Se o Sol por exemplo apresentasse comportamento similar provavelmente seria o suficiente para nos levar a uma nova era do gelo.

No final de 2015, uma equipe de astrônomos liderada por Tabetha Boyajian da Universidade de Yale percebeu algo peculiar – um estranho padrão de luz que envolve a estrela e até hoje ninguém conseguiu explicar.

Uma das melhores maneiras dos cientistas localizarem e estudarem estrelas distantes como esta é rastrear como elas emitem luz – picos periódicos no brilho podem revelar a existência de um ou mais objetos grandes orbitando-a de uma forma regular. Estes picos no brilho são geralmente muito rápidos, com as estrelas escurecendo tipicamente menos de 1% a cada poucos dias, semanas, ou meses, dependendo do tamanho dos planetas que orbitam-a.

Mas o que difere a KIC 8462852 das outras é que ela possui picos erráticos de até 22%, e não há nenhuma órbita periódica acontecendo lá – apenas um monte de formas irregulares de bloqueio de luz, sem nenhum padrão descritível para eles. Os padrões de 2015 eram tão estranhos, que até levaram um cientista a lançar a possibilidade de que uma “megaestrutura alienígena” estivesse mexendo com suas emissões.


Agora, a estrela voltou a escurecer novamente na última sexta-feira e de repente tinha diminuído em 3% em apenas alguns dias.

Isto aqui representa a queda do brilho da estrela.

“E por isso estamos oficialmente em alerta, e estamos pedindo aos astrônomos com telescópios para pegar espectros da estrela”, disse Jason Wright, da Penn State University.
Quando Wright fez perguntas ao público no fim de semana, ele disse que é improvável que o mistério de KIC 8462852 seja resolvido imediatamente.

Mas temos agora muitos astrônomos de todo o mundo atentos sobre o caso, e um monte de novos dados, por isso estamos melhor colocados do que nunca para descobrir o que está por trás desses padrões de luz inexplicáveis.

ALIENS?
Muito embora a maioria dos especialistas concordem que os estrangeiros são sempre a última resposta possível a qualquer observação estranha vista no espaço, não se pode descartar a hipótese de que uma grande estrutura extraterrestre poderia ser responsável pelos bloqueios contínuos de luz o que explicaria o padrão anormal nas emissões de luz desta estrela.


Um tipo de megaestrutura alienígena, conhecida como enxame Dyson, poderia – em tese – explicar o comportamento deste escurecimento de luz surreal. Outro cenário possível seria relacionado a um planeta recentemente devorado.


Até que eles possam refutar essa teoria, a estrela KIC 8462852 continua a ser um enigma. As novas observações podem ser exatamente o que os astrônomos precisam para resolver o mistério.


Via [ScienceAlert] [Business Insider] [Forbes]



Fonte

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