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segunda-feira, 10 de abril de 2017

“Necronomicon”, o livro mais perigoso da humanidade, foi finalmente revelado



H. P. Lovecraft, um autor estadunidense, encontrou através de diferentes romances, um livro que tinha as fórmulas mágicas para invocar o sobrenatural e dominar a relação espaço-tempo.

Algumas pessoas procuraram a cópia impressa deste livro, porém não existe. Segundo os especialistas, esta edição é uma das mais perigosas da humanidade, já que seu conteúdo pode levar o leitor a demência e à morte. O nome do livro é “Necronomicon” e conta com profecias e feitiços, que se forem feitos pelas mãos erradas, podem resultar em danos irreparáveis. Este livro também mostra a realidade da história do mundo, com rituais obscuros.


Os especialistas têm criado grandes mistérios sobre a edição e muitas cópias falsas vem ganhando espaço. “Necronomicon” de Lovecraft nada mais é do que uma obra de ficção que mostra pistas sobre a verdade existente na sua história. Alguns estudiosos acreditam que Lovecraft sabia que não era correto revelar esses segredos através da sua ficção.

De acordo com Lovecraft, “Necronomicon” foi escrito pelo árabe Abdul Al-Hazred– também conhecido como Ibn al-Rawandi ou Rhazes. Ele nasceu em 827 no norte do Afeganistão e tinha o Islã como religião. Rhazes estudou sufismo, teologia árabe e cristã, além e escrever diversos livros de teologia e filosofia.


Após vários anos de estudo do ocultismo, Rhazes começou a realizar peregrinações em locais remotos e selvagens. Ele viveu por meses com um professor desconhecido antes de desaparecer por cerca de 10 anos no deserto vermelho do Rub ‘al Khali. Segundo ele, viveu durante este período na cidade perdida mítica de Iram e estudou os ensinamentos antigos e secretos. Depois deste período, foi para o Egito visitar cidades importantes como Alexandria, Cairo e Memphis. Rhazes escolheu dedicar o resto de sua vida em estudo das ciências ocultas e escreveu seu livro, “Al Azif”.

De vido ao conteúdo, o livro foi proibido e as cópias destruídas. Em de 1100, “Al Azif” foi traduzido para o grego– provavelmente no mosteiro de St. Paul – o eremita no Egito, sob o nome de “Necronomicon”. Em 1211, a tradução grega foi proibida e as demais cópias conhecidas, queimadas por ordem do patriarca de Constantinopla, Michael IV. Já no início do século XIV, o Al Azif foi traduzido para o latim através do Arnaldo Vilanova. Em 1389, o Papa Bonifácio IX baniu todos os livros associados ao “Al Azif”. A norma era queimar todas as cópias, porém a tradução grega do “Necronomicon” chegou à Rússia em 1453, na queda de Constantinopla.


Há indícios de que Rasputin possuía um desses livros, presente da terceira esposa de czar Nicolás. Só há conhecimento da cópia do texto original em árabe “Al Azif”, pois a tradução grega foi destruída ou roubada no momento em que os beduínos saquearam o mosteiro de St. Paul. Neste episódio, sua biblioteca também foi incendiada. Mas, o alquimista alemão Teofrasto Paracelso produziu sua própria tradução para o alemão, em 1541.

Em 1648, os suecos em Praga conseguiram uma cópia do livro de Paracelso, mas segundo os especialistas, ele pode ter sido destruído em 1697, no incêndio no palácio real em Estocolmo. No século XVII, o livro foi traduzido em inglês pelo místico John Dee, porém não foi publicado até sua morte. Mas o que há exatamente neste livro? O livro ensina a dominar a mente de outras pessoas, tornar-se invisível ou até mesmo se transformar em um animal. Há também capítulos que ensinam venenos e rituais pagãos. Até hoje não se sabe qual foi o objetivo da criação de uma nova versão do “Necronomicon”, mas muitos acreditam que a razão ia além dos fins lucrativos.

O livro fala sobre a mitologia suméria, porém mostrava também a mitologia da Babilônia. Além disso, na introdução,era possível observar as criaturas primitivas e outras introduzidas nos mitos de Lovecraft como deuses e demônios sumérios e babilônios. Era possível perceber na edição uma mistura de mitos da Mesopotâmia e uma história sobre um homem conhecido como “árabe louco”. Todas as cópias existentes estão escondidas. Qualquer tentativa de divulgar o conteúdo do “Necronomicon” acaba em tragédia devido aos acidentes das maldições presentes no livro.
Para os Curiosos ] [ Fotos: Reprodução / Para os Curiosos ]


29 comentários:

  1. Achei q o livro mais perigoso fosse a Bíblia (・・?

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  2. O livro mais perigoso que eu conheço, é a Constituição Brasileira e o Código Penal Brasileiro.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Isso é um trabalho para Robert Langdon.

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  5. O livro mais perigoso é o "Death Note" �� �� ��

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  6. Prefiro stolen Legacy

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  7. não sei, só sei que quero esse livro pra mim. deve ser uma leitura interessante.

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  8. Nós não precisamos ver Deus pra saber que ele existe. Tem muitas outras coisas que existiu e existe que não conhecemos. Mais estam lá no desconhecido.

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    1. Aaaa cala a Boca....

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    2. Papai Noel também existe ? Kk

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  9. Engraçado o livro é tão raro, tão secreto e o post da um monte de detalhes sobre ele, meio contraditótiorio

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  10. Eu tenho ele, em inglês. Digitalizei e coloquei num blog:

    http://thenecronomicon-english.blogspot.com.br/

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  11. Necronomicon e para iniciantes, o Capital de Karl Marx matou 100 milhões e e encontrado até em PD

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    1. Provavelmente você nunca leu O Capital...

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  12. Infelizmente n acredito. Ainda mais nessa época, num tempo q nem existia cueca kkkk

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  13. Memórias de um ninja loki certamente e mais perigoso.

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  14. Esse é o livro dos mortos, só os pagãos o conhece só que seu conteúdo é secreto.

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  15. Não acredito em "Livros"perigosos. Os livros são apenas folhas de papel e uma capa. O seu conteúdo se manipulado por "pessoas perigosas" podem provocar catastástros na mente das outras pessoas.

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  16. Vejam por exemplo:O AlCorão e a Bíblia, tidos como livros sagrados. Quantos crimes já foram cometidos e ainda estão sendo por fanáticos seguidores desses dois livros?

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