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sábado, 15 de abril de 2017

Há um Oceano de ferro derretido quase tão quente quanto o Sol embaixo do Polo Norte!


ESCRITO POR
PATRÍCIA BELONI


É claro que já ouvimos falar sobre o frio absurdo que faz no Polo Norte, não é? As temperaturas por lá podem chegar em torno de 43°C negativos no inverno. Regiões como a Sibéria e o Alasca ficam praticamente cobertas por geleiras nessa época.
Então, como é possível que, com tanto frio assim, exista um oceano de FERRO quente e derretido debaixo da superfície?

Rio de ferro no polo norte

De acordo com o estudo publicado na revista científica Nature Geoscience, um trio de satélites europeus, chamado de Swarm, identificaram jatos de ar desconhecidos no coração da Terra. Até descobrirem que ali se encontra quantidades altas de ferro superaquecido, que geram correntes elétricas e formam um campo magnético.
Isso acontece porque a velocidade com que o ferro circula tem uma média de 40 km por hora, uma velocidade muito maior que a da movimentação das próprias placas tectônicas que fazem os continentes se deslocarem.
A 3 mil km da superfície e com cerca de 420 km de largura, esse oceano consegue liberar muita energia, suficiente para que ele continue se movendo e percorra quase metade da circunferência da Terra. Isso faz com que o campo magnético fique em constante mudança.

Fenômeno de inversão dos polos

Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), o fenômeno é importante para entender como funciona o campo magnético da Terra, que protege o planeta de eventos cósmicos com os ventos e radiações solares, se formou e por que ele tem enfraquecido nos últimos anos.
Ainda não se sabe o que fez o ferro entrar em movimento e o que ele pode causar mais para frente. Alguns cientistas acreditam que o que pode estar acontecendo é que a Terra pode estar entrando em um processo de inversão dos polos, no qual o sul se tornará o norte e vice e versa.

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