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sábado, 8 de abril de 2017

9 versículos da Bíblia que vão te deixar de queixo caído


Se a Bíblia tivesse sido escrita pelo Rei Leônidas e pelo resto dos espartanos de 300 (já assistiu ou leu 300 de Esparta?), ela provavelmente seria muito parecida com o que é hoje em dia.

No fim das contas, a Bíblia é lotada de pancadaria.

9. Êxodo 2:11-12

Claro, Moisés era um grande líder, um emancipador de seu povo e um profeta. A maioria das pessoas não sabe, porém, que ele era também o equivalente bíblico de Sam Fisher (do game Splinter Cell) — uma máquina de matar, capaz de assassinar nas sombras, sem piedade ou remorso.

Martin Luther King pode ter tido um sonho, mas Moisés tinha uma contagem de corpos.

Dá quase pra visualizar a cena: Um soldado Egípcio está gritando com um hebreu sem sorte quando Moisés, vestido de preto da cabeça aos pés, desce do telhado. Se movendo tão furtivo quanto um gato, ele se aproxima por trás do soldado e, segurando a cabeça do infeliz com as mãos, torce o pescoço do indivíduo em um movimento rápido.

Enquanto o corpo sem vida cai aos seus pés, Moisés acende um charuto. “Bem”, ele diz com ironia, “isto lhe ensina a não Judiar de mais ninguém”.


Moisés, visto aqui no momento em que vai acabar com a raça de um Egípcio distraído.

Moisés depois derrota o Faraó Egípcio que, se a memória não nos falha, estava utilizando escravos hebreus para construir uma armadura de batalha de 12 metros de altura capaz de lançar mísseis nucleares em qualquer ponto do mundo.

8. II Reis 2:23-24


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Se a Bíblia tivesse sido escrita pelo Rei Leônidas e pelo resto dos espartanos de 300 (já assistiu ou leu 300 de Esparta?), ela provavelmente seria muito parecida com o que é hoje em dia.

No fim das contas, a Bíblia é lotada de pancadaria.

9. Êxodo 2:11-12


Claro, Moisés era um grande líder, um emancipador de seu povo e um profeta. A maioria das pessoas não sabe, porém, que ele era também o equivalente bíblico de Sam Fisher (do game Splinter Cell) — uma máquina de matar, capaz de assassinar nas sombras, sem piedade ou remorso.

Martin Luther King pode ter tido um sonho, mas Moisés tinha uma contagem de corpos.

Dá quase pra visualizar a cena: Um soldado Egípcio está gritando com um hebreu sem sorte quando Moisés, vestido de preto da cabeça aos pés, desce do telhado. Se movendo tão furtivo quanto um gato, ele se aproxima por trás do soldado e, segurando a cabeça do infeliz com as mãos, torce o pescoço do indivíduo em um movimento rápido.

Enquanto o corpo sem vida cai aos seus pés, Moisés acende um charuto. “Bem”, ele diz com ironia, “isto lhe ensina a não Judiar de mais ninguém”.


Moisés, visto aqui no momento em que vai acabar com a raça de um Egípcio distraído.

Moisés depois derrota o Faraó Egípcio que, se a memória não nos falha, estava utilizando escravos hebreus para construir uma armadura de batalha de 12 metros de altura capaz de lançar mísseis nucleares em qualquer ponto do mundo.

8. II Reis 2:23-24


Todo mundo já passou por isso… você está caminhando, cuidando da própria vida, quando um grupo de garotos pentelhos começam a tirar sarro de você.

A maioria de nós simplesmente continuariam andando, ou talvez gritasse alguns palavrões em resposta, ou lhes mostrasse o dedo. Já Eliseu (comumente conhecido como o Luke Skywalker do profeta “Obi-Wan Kenobi” Elias), porém, decide ir um passo além.

Clamando pelo nome de Deus, ele invoca ursos do caralho para acabar com a raça dos moleques.

Os cristãos constantemente exigem que a presença de pregadores nas escolas seja obrigatória, para manter as crianças de hoje em dia na linha, mas nós discordamos desta estratégia. O que precisamos nas escolas são ursos. Se cada professor tivesse o poder de invocar um par de vingadores peludos comedores de criancinhas, você pode apostar que os alunos seriam as crianças mais bem educadas que já existiram.

A escolha é simples: assista a aula de biologia ou conheça em primeira mão o sistema digestivo do Ursus horribilis.

A cada ano em Israel, ataques de ursos divinos matam mais de 500 crianças.

Digno de nota é que, mesmo após sua morte, Eliseu continuou a ser fodão. II Reis 13:20-21 nos conta que quando um corpo de um morto era jogado na tumba de Eliseu e tocava em seus ossos, o defunto voltava à vida.

É incerto se Eliseu tinha este poder em vida, ou mesmo em morte, mas gostamos de pensar que ele tinha sim, e que tinha o hábito de matar suas vítimas com ursos, as ressuscitar, e então imediatamente re-invocar os ursos para matá-las de novo. E que ele simplesmente repetia a coisa toda de novo e de novo até ficar entediado.

7. Ezequiel 23:19-20


Ao contrário do que você possa pensar, a Bíblia nunca se esquivou de falar sobre sexo.

Inclusive, o Cântico de Salomão inteiro dedica-se a descrever um casal trepando, completo com versos como “Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres”. O versículo acima é particularmente explícito, contudo, nos informando que os Egípcios são bem-dotados como animais de fazenda, e que podem ejacular em quantidades que rivalizam com as cheias anuais do Nilo


Não esqueça que os Egípcios eram os antigos escravizadores dos Judeus e os bandidos da história.



Então você pode ter certeza que sua reputação de incomensuravelmente bem dotados era verdadeira quando o pior que seus inimigos poderia dizer é “Vá então! Volte para aqueles malditos pauzudos! Eu espero que você seja feliz com aquelas bengas gigantescas.”

E os antigos Egípcios não exatamente negavam esta reputação. As ruínas egípcias estão cheias de estátuas como esta à direita (este é Min, o deus dos bem-dotados). Foram eles inclusive que inventaram os obeliscos fálicos para propagar esta reputação. Esta era sua mensagem para a humanidade: “Contemple nossa torre pirocuda e se desesperem.”

Esta passagem cria um problema para muitos novos leitores da Bíblia.

Após ler isto, é impossível voltar e ler da mesma maneira a história de Moisés matando o carinha Egípcio. Quando ela fala do Egípcio metendo o pau no escravo Hebreu, é impossível não se imaginar com o QUE ele está batendo no pobre homem. Contudo, esta passagem pelo menos deixa a intervenção mortal de Moisés ainda mais justificável.

6. Juízes 3:16-23

Dizem que a História se repete e este versículo ilustra claramente esta verdade. Nosso herói Eúde teve a idéia de esconder uma arma prendendo-a no corpo milhares de anos antes de John McClane fazer o mesmo em Duro de Matar.



Após contornar a eficaz segurança, Eúde continua a agir como o personagem de Bruce Willis ao soltar a sagaz fala: “Eu tenho uma mensagem de Deus para você,” diz ele, pouco antes de sacar rapidamente sua lâmina e enfiá-la na barriga do grotescamente obeso e mau Rei Eglom.

Fala sério, a única maneira de melhorar a história seria encaixando um terrível trocadilho do tipo “Você está precisando cortar a gordura de sua dieta!” ou “Parece que para ser rei é preciso ter estômago!” Ao sair, Eúde mostra que não esqueceu dos bons modos ao fechar as portas do recinto que deixava. Nada é dito sobre ele fugir pelos telhados tipo no jogo Assassin’s Creed, então temos de assumir que foi o que ele fez.

Embora pareça terrível a forma como a mensagem de Deus foi entregue a Eglom, ele teve sorte. Como você verá, às vezes Deus entrega a mensagem pessoalmente.

5. Números 16:23, 31-33


O acontecimento acima ocorreu anos após Moisés ter matado o carinha Egípcio e ter conduzido um país inteiro de Hebreus pelo deserto por onde vagaram sem propósito por várias décadas (como pode ser visto no Os Dez Mandamentos). Em certo momento, um agitador chamado Coré e 250 partidários se uniram e expressaram uma série de reclamações pelo fato de estarem vagando sem propósito pelo deserto.

Deus ouviu cuidadosamente suas reclamações, pesou seus pontos de vista e então fez a terra os engolir vivos. O texto não deixa claro se a terra fez ou não o som de “NHAM, MUNCH, MUNCH, NHAM”, então os acadêmicos são forçados a especular.

Isto realmente põe as coisas em perspectiva para os críticos anti-religião. Eles podem reclamar o que quiserem sobre “intolerância” religiosa e sobre evangélicos insistentes tentando censurar a TV e enchendo o saco sobre conversão. Mas é uma puta de uma evolução frente a situação durante o Êxodo, quando Deus jogava os infiéis como comida para o terrível Sarlacc.



Dois versículos mais tarde, Deus manda uma bola de fogo e incinera outros 250 rebeldes.

Você é obrigado a imaginar que houve um momento de alívio quando os 250 rebeldes viram que não foram engolidos junto com a turma do Coré. “É isso ai!”, provavelmente disseram. “Obrigado! Estávamos quase com vontade de enterrar aqueles babacas nós mesmos! Felizmente nós aprendemos o erro de nossa rebeldia e… ei, o que é aquilo?… AAARRRGGGHHH! FOGO!!”

4. Deuteronômio 25:11-12




Se a Bíblia tivesse sido escrita pelo Rei Leônidas e pelo resto dos espartanos de 300 (já assistiu ou leu 300 de Esparta?), ela provavelmente seria muito parecida com o que é hoje em dia.

No fim das contas, a Bíblia é lotada de pancadaria.

9. Êxodo 2:11-12


Claro, Moisés era um grande líder, um emancipador de seu povo e um profeta. A maioria das pessoas não sabe, porém, que ele era também o equivalente bíblico de Sam Fisher (do game Splinter Cell) — uma máquina de matar, capaz de assassinar nas sombras, sem piedade ou remorso.

Martin Luther King pode ter tido um sonho, mas Moisés tinha uma contagem de corpos.

Dá quase pra visualizar a cena: Um soldado Egípcio está gritando com um hebreu sem sorte quando Moisés, vestido de preto da cabeça aos pés, desce do telhado. Se movendo tão furtivo quanto um gato, ele se aproxima por trás do soldado e, segurando a cabeça do infeliz com as mãos, torce o pescoço do indivíduo em um movimento rápido.

Enquanto o corpo sem vida cai aos seus pés, Moisés acende um charuto. “Bem”, ele diz com ironia, “isto lhe ensina a não Judiar de mais ninguém”.


Moisés, visto aqui no momento em que vai acabar com a raça de um Egípcio distraído.

Moisés depois derrota o Faraó Egípcio que, se a memória não nos falha, estava utilizando escravos hebreus para construir uma armadura de batalha de 12 metros de altura capaz de lançar mísseis nucleares em qualquer ponto do mundo.

8. II Reis 2:23-24


Todo mundo já passou por isso… você está caminhando, cuidando da própria vida, quando um grupo de garotos pentelhos começam a tirar sarro de você.

A maioria de nós simplesmente continuariam andando, ou talvez gritasse alguns palavrões em resposta, ou lhes mostrasse o dedo. Já Eliseu (comumente conhecido como o Luke Skywalker do profeta “Obi-Wan Kenobi” Elias), porém, decide ir um passo além.

Clamando pelo nome de Deus, ele invoca ursos do caralho para acabar com a raça dos moleques.

Os cristãos constantemente exigem que a presença de pregadores nas escolas seja obrigatória, para manter as crianças de hoje em dia na linha, mas nós discordamos desta estratégia. O que precisamos nas escolas são ursos. Se cada professor tivesse o poder de invocar um par de vingadores peludos comedores de criancinhas, você pode apostar que os alunos seriam as crianças mais bem educadas que já existiram.

A escolha é simples: assista a aula de biologia ou conheça em primeira mão o sistema digestivo do Ursus horribilis.


A cada ano em Israel, ataques de ursos divinos matam mais de 500 crianças.

Digno de nota é que, mesmo após sua morte, Eliseu continuou a ser fodão. II Reis 13:20-21 nos conta que quando um corpo de um morto era jogado na tumba de Eliseu e tocava em seus ossos, o defunto voltava à vida.

É incerto se Eliseu tinha este poder em vida, ou mesmo em morte, mas gostamos de pensar que ele tinha sim, e que tinha o hábito de matar suas vítimas com ursos, as ressuscitar, e então imediatamente re-invocar os ursos para matá-las de novo. E que ele simplesmente repetia a coisa toda de novo e de novo até ficar entediado.

7. Ezequiel 23:19-20


Ao contrário do que você possa pensar, a Bíblia nunca se esquivou de falar sobre sexo.

Inclusive, o Cântico de Salomão inteiro dedica-se a descrever um casal trepando, completo com versos como “Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres”. O versículo acima é particularmente explícito, contudo, nos informando que os Egípcios são bem-dotados como animais de fazenda, e que podem ejacular em quantidades que rivalizam com as cheias anuais do Nilo.



Não esqueça que os Egípcios eram os antigos escravizadores dos Judeus e os bandidos da história.



Então você pode ter certeza que sua reputação de incomensuravelmente bem dotados era verdadeira quando o pior que seus inimigos poderia dizer é “Vá então! Volte para aqueles malditos pauzudos! Eu espero que você seja feliz com aquelas bengas gigantescas.”

E os antigos Egípcios não exatamente negavam esta reputação. As ruínas egípcias estão cheias de estátuas como esta à direita (este é Min, o deus dos bem-dotados). Foram eles inclusive que inventaram os obeliscos fálicos para propagar esta reputação. Esta era sua mensagem para a humanidade: “Contemple nossa torre pirocuda e se desesperem.”

Esta passagem cria um problema para muitos novos leitores da Bíblia.

Após ler isto, é impossível voltar e ler da mesma maneira a história de Moisés matando o carinha Egípcio. Quando ela fala do Egípcio metendo o pau no escravo Hebreu, é impossível não se imaginar com o QUE ele está batendo no pobre homem. Contudo, esta passagem pelo menos deixa a intervenção mortal de Moisés ainda mais justificável.

6. Juízes 3:16-23


Dizem que a História se repete e este versículo ilustra claramente esta verdade. Nosso herói Eúde teve a idéia de esconder uma arma prendendo-a no corpo milhares de anos antes de John McClane fazer o mesmo em Duro de Matar.



Após contornar a eficaz segurança, Eúde continua a agir como o personagem de Bruce Willis ao soltar a sagaz fala: “Eu tenho uma mensagem de Deus para você,” diz ele, pouco antes de sacar rapidamente sua lâmina e enfiá-la na barriga do grotescamente obeso e mau Rei Eglom.

Fala sério, a única maneira de melhorar a história seria encaixando um terrível trocadilho do tipo “Você está precisando cortar a gordura de sua dieta!” ou “Parece que para ser rei é preciso ter estômago!” Ao sair, Eúde mostra que não esqueceu dos bons modos ao fechar as portas do recinto que deixava. Nada é dito sobre ele fugir pelos telhados tipo no jogo Assassin’s Creed, então temos de assumir que foi o que ele fez.

Embora pareça terrível a forma como a mensagem de Deus foi entregue a Eglom, ele teve sorte. Como você verá, às vezes Deus entrega a mensagem pessoalmente.

5. Números 16:23, 31-33


O acontecimento acima ocorreu anos após Moisés ter matado o carinha Egípcio e ter conduzido um país inteiro de Hebreus pelo deserto por onde vagaram sem propósito por várias décadas (como pode ser visto no Os Dez Mandamentos). Em certo momento, um agitador chamado Coré e 250 partidários se uniram e expressaram uma série de reclamações pelo fato de estarem vagando sem propósito pelo deserto.

Deus ouviu cuidadosamente suas reclamações, pesou seus pontos de vista e então fez a terra os engolir vivos. O texto não deixa claro se a terra fez ou não o som de “NHAM, MUNCH, MUNCH, NHAM”, então os acadêmicos são forçados a especular.

Isto realmente põe as coisas em perspectiva para os críticos anti-religião. Eles podem reclamar o que quiserem sobre “intolerância” religiosa e sobre evangélicos insistentes tentando censurar a TV e enchendo o saco sobre conversão. Mas é uma puta de uma evolução frente a situação durante o Êxodo, quando Deus jogava os infiéis como comida para o terrível Sarlacc.


Dois versículos mais tarde, Deus manda uma bola de fogo e incinera outros 250 rebeldes.

Você é obrigado a imaginar que houve um momento de alívio quando os 250 rebeldes viram que não foram engolidos junto com a turma do Coré. “É isso ai!”, provavelmente disseram. “Obrigado! Estávamos quase com vontade de enterrar aqueles babacas nós mesmos! Felizmente nós aprendemos o erro de nossa rebeldia e… ei, o que é aquilo?… AAARRRGGGHHH! FOGO!!”

4. Deuteronômio 25:11-12


Esta é uma lei masculina com certeza. Quando Conan se torna rei no final de Conan, O Destruidor, você pode ter certeza de que haverá uma lei destas deste seu primeiro dia no cargo. “Senhoritas, nós respeitamos seu direito de resolver disputas de qualquer maneira que achem necessária para a situação. Mas, NÃO METAM A MÃO NAS BOLAS.”

As palavras na Bíblia são as próprias palavras de Deus, falando aos Hebreus e usando do tempo para acrescentar a regra da mão-nas-bolas nos mandamentos complementares que não chegaram aos 10 originais. Isto deve ter ocorrido logo após Deus perceber que seu plano para uma sociedade patriarcal tinha uma falha fatal, que era a que as mulheres poderiam vencer qualquer conflito ao simplesmente apertarem as bolas do homem.

Agora vocês, tipinhos liberais e nervosinhos que estão reclamando que isto é bárbaro e misógino. Talvez um pouco de contexto os ajude. Apenas algumas páginas antes, no Deuteronômio 23:1, encontramos o seguinte:


“Esmagados os testículos?”

Arg!

Tudo na Bíblia deve ser entendido no contexto da época em que estas pessoas viviam. E, aparentemente, estas pessoas viviam em uma época onde “esmagar” testículos era tão comum que vítimas de emasculação eram um dado demográfico a ser considerado pela legislação.

Pode chamar estes mandamentos de selvageria, se quiser, mas se você fosse Deus, quantos bagos teriam de ser “esmagados” até você reagir? Achamos que a resposta seria dois.

Claro, se você não é um crente e não acha que este mandamento de “pegue nos ovos, perca a mão” é mesmo a palavra do Todo-poderoso, fica óbvio o que ocorreu: A regra foi estabelecida por algum clérigo raivoso durante logo após o primeiro ou segundo minutos de ter tido seu saco esmagado. Toda perspectiva tende a ir pelo espaço naquele momento.

3. I Reis 18:24, 38-40

  
Se a Bíblia tivesse sido escrita pelo Rei Leônidas e pelo resto dos espartanos de 300 (já assistiu ou leu 300 de Esparta?), ela provavelmente seria muito parecida com o que é hoje em dia.

No fim das contas, a Bíblia é lotada de pancadaria.

9. Êxodo 2:11-12


Claro, Moisés era um grande líder, um emancipador de seu povo e um profeta. A maioria das pessoas não sabe, porém, que ele era também o equivalente bíblico de Sam Fisher (do game Splinter Cell) — uma máquina de matar, capaz de assassinar nas sombras, sem piedade ou remorso.

Martin Luther King pode ter tido um sonho, mas Moisés tinha uma contagem de corpos.

Dá quase pra visualizar a cena: Um soldado Egípcio está gritando com um hebreu sem sorte quando Moisés, vestido de preto da cabeça aos pés, desce do telhado. Se movendo tão furtivo quanto um gato, ele se aproxima por trás do soldado e, segurando a cabeça do infeliz com as mãos, torce o pescoço do indivíduo em um movimento rápido.

Enquanto o corpo sem vida cai aos seus pés, Moisés acende um charuto. “Bem”, ele diz com ironia, “isto lhe ensina a não Judiar de mais ninguém”.


Moisés, visto aqui no momento em que vai acabar com a raça de um Egípcio distraído.

Moisés depois derrota o Faraó Egípcio que, se a memória não nos falha, estava utilizando escravos hebreus para construir uma armadura de batalha de 12 metros de altura capaz de lançar mísseis nucleares em qualquer ponto do mundo.

8. II Reis 2:23-24


Todo mundo já passou por isso… você está caminhando, cuidando da própria vida, quando um grupo de garotos pentelhos começam a tirar sarro de você.

A maioria de nós simplesmente continuariam andando, ou talvez gritasse alguns palavrões em resposta, ou lhes mostrasse o dedo. Já Eliseu (comumente conhecido como o Luke Skywalker do profeta “Obi-Wan Kenobi” Elias), porém, decide ir um passo além.

Clamando pelo nome de Deus, ele invoca ursos do caralho para acabar com a raça dos moleques.

Os cristãos constantemente exigem que a presença de pregadores nas escolas seja obrigatória, para manter as crianças de hoje em dia na linha, mas nós discordamos desta estratégia. O que precisamos nas escolas são ursos. Se cada professor tivesse o poder de invocar um par de vingadores peludos comedores de criancinhas, você pode apostar que os alunos seriam as crianças mais bem educadas que já existiram.

A escolha é simples: assista a aula de biologia ou conheça em primeira mão o sistema digestivo do Ursus horribilis.


A cada ano em Israel, ataques de ursos divinos matam mais de 500 crianças.

Digno de nota é que, mesmo após sua morte, Eliseu continuou a ser fodão. II Reis 13:20-21 nos conta que quando um corpo de um morto era jogado na tumba de Eliseu e tocava em seus ossos, o defunto voltava à vida.

É incerto se Eliseu tinha este poder em vida, ou mesmo em morte, mas gostamos de pensar que ele tinha sim, e que tinha o hábito de matar suas vítimas com ursos, as ressuscitar, e então imediatamente re-invocar os ursos para matá-las de novo. E que ele simplesmente repetia a coisa toda de novo e de novo até ficar entediado.

7. Ezequiel 23:19-20


Ao contrário do que você possa pensar, a Bíblia nunca se esquivou de falar sobre sexo.

Inclusive, o Cântico de Salomão inteiro dedica-se a descrever um casal trepando, completo com versos como “Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres”. O versículo acima é particularmente explícito, contudo, nos informando que os Egípcios são bem-dotados como animais de fazenda, e que podem ejacular em quantidades que rivalizam com as cheias anuais do Nilo.



Não esqueça que os Egípcios eram os antigos escravizadores dos Judeus e os bandidos da história.



Então você pode ter certeza que sua reputação de incomensuravelmente bem dotados era verdadeira quando o pior que seus inimigos poderia dizer é “Vá então! Volte para aqueles malditos pauzudos! Eu espero que você seja feliz com aquelas bengas gigantescas.”

E os antigos Egípcios não exatamente negavam esta reputação. As ruínas egípcias estão cheias de estátuas como esta à direita (este é Min, o deus dos bem-dotados). Foram eles inclusive que inventaram os obeliscos fálicos para propagar esta reputação. Esta era sua mensagem para a humanidade: “Contemple nossa torre pirocuda e se desesperem.”

Esta passagem cria um problema para muitos novos leitores da Bíblia.

Após ler isto, é impossível voltar e ler da mesma maneira a história de Moisés matando o carinha Egípcio. Quando ela fala do Egípcio metendo o pau no escravo Hebreu, é impossível não se imaginar com o QUE ele está batendo no pobre homem. Contudo, esta passagem pelo menos deixa a intervenção mortal de Moisés ainda mais justificável.

6. Juízes 3:16-23


Dizem que a História se repete e este versículo ilustra claramente esta verdade. Nosso herói Eúde teve a idéia de esconder uma arma prendendo-a no corpo milhares de anos antes de John McClane fazer o mesmo em Duro de Matar.



Após contornar a eficaz segurança, Eúde continua a agir como o personagem de Bruce Willis ao soltar a sagaz fala: “Eu tenho uma mensagem de Deus para você,” diz ele, pouco antes de sacar rapidamente sua lâmina e enfiá-la na barriga do grotescamente obeso e mau Rei Eglom.

Fala sério, a única maneira de melhorar a história seria encaixando um terrível trocadilho do tipo “Você está precisando cortar a gordura de sua dieta!” ou “Parece que para ser rei é preciso ter estômago!” Ao sair, Eúde mostra que não esqueceu dos bons modos ao fechar as portas do recinto que deixava. Nada é dito sobre ele fugir pelos telhados tipo no jogo Assassin’s Creed, então temos de assumir que foi o que ele fez.

Embora pareça terrível a forma como a mensagem de Deus foi entregue a Eglom, ele teve sorte. Como você verá, às vezes Deus entrega a mensagem pessoalmente.

5. Números 16:23, 31-33


O acontecimento acima ocorreu anos após Moisés ter matado o carinha Egípcio e ter conduzido um país inteiro de Hebreus pelo deserto por onde vagaram sem propósito por várias décadas (como pode ser visto no Os Dez Mandamentos). Em certo momento, um agitador chamado Coré e 250 partidários se uniram e expressaram uma série de reclamações pelo fato de estarem vagando sem propósito pelo deserto.

Deus ouviu cuidadosamente suas reclamações, pesou seus pontos de vista e então fez a terra os engolir vivos. O texto não deixa claro se a terra fez ou não o som de “NHAM, MUNCH, MUNCH, NHAM”, então os acadêmicos são forçados a especular.

Isto realmente põe as coisas em perspectiva para os críticos anti-religião. Eles podem reclamar o que quiserem sobre “intolerância” religiosa e sobre evangélicos insistentes tentando censurar a TV e enchendo o saco sobre conversão. Mas é uma puta de uma evolução frente a situação durante o Êxodo, quando Deus jogava os infiéis como comida para o terrível Sarlacc.


Dois versículos mais tarde, Deus manda uma bola de fogo e incinera outros 250 rebeldes.

Você é obrigado a imaginar que houve um momento de alívio quando os 250 rebeldes viram que não foram engolidos junto com a turma do Coré. “É isso ai!”, provavelmente disseram. “Obrigado! Estávamos quase com vontade de enterrar aqueles babacas nós mesmos! Felizmente nós aprendemos o erro de nossa rebeldia e… ei, o que é aquilo?… AAARRRGGGHHH! FOGO!!”

4. Deuteronômio 25:11-12


Esta é uma lei masculina com certeza. Quando Conan se torna rei no final de Conan, O Destruidor, você pode ter certeza de que haverá uma lei destas deste seu primeiro dia no cargo. “Senhoritas, nós respeitamos seu direito de resolver disputas de qualquer maneira que achem necessária para a situação. Mas, NÃO METAM A MÃO NAS BOLAS.”

As palavras na Bíblia são as próprias palavras de Deus, falando aos Hebreus e usando do tempo para acrescentar a regra da mão-nas-bolas nos mandamentos complementares que não chegaram aos 10 originais. Isto deve ter ocorrido logo após Deus perceber que seu plano para uma sociedade patriarcal tinha uma falha fatal, que era a que as mulheres poderiam vencer qualquer conflito ao simplesmente apertarem as bolas do homem.

Agora vocês, tipinhos liberais e nervosinhos que estão reclamando que isto é bárbaro e misógino. Talvez um pouco de contexto os ajude. Apenas algumas páginas antes, no Deuteronômio 23:1, encontramos o seguinte:


“Esmagados os testículos?”

Arg!

Tudo na Bíblia deve ser entendido no contexto da época em que estas pessoas viviam. E, aparentemente, estas pessoas viviam em uma época onde “esmagar” testículos era tão comum que vítimas de emasculação eram um dado demográfico a ser considerado pela legislação.

Pode chamar estes mandamentos de selvageria, se quiser, mas se você fosse Deus, quantos bagos teriam de ser “esmagados” até você reagir? Achamos que a resposta seria dois.

Claro, se você não é um crente e não acha que este mandamento de “pegue nos ovos, perca a mão” é mesmo a palavra do Todo-poderoso, fica óbvio o que ocorreu: A regra foi estabelecida por algum clérigo raivoso durante logo após o primeiro ou segundo minutos de ter tido seu saco esmagado. Toda perspectiva tende a ir pelo espaço naquele momento.

3. I Reis 18:24, 38-40


É assim que costumavam ser os debates religiosos naquela época.

A situação era que o povo de Israel começou a adorar a Baal, uma fé que usava de muitas prostitutas em seus rituais e que, portanto, ganhou imensa popularidade. Elias (não o dos ursos, aquele era Eliseu) decidiu que o povo deveria escolher entre Baal e o Senhor.

Ao invés de escrever uma série de livros e dar um monte de palestras chatas, Elias convidou 450 profetas de Baal para uma competição, onde ambos os lados fariam um sacrifício de animais em oferenda. O Deus que fizesse chover fogo por sobre a oferenda seria o que todos adorariam.

É brilhante em sua simplicidade e nos surpreende que os debates religiosos nunca mais tenham sido conduzidos desta forma. Você pode levantar quaisquer desafios intelectuais quiser sobre a fé e as origens do universo mas, ao final do dia, você tem que adorar ao deus que pode lhe incinerar. É uma questão de bom senso.

Gostamos de pensar que Elias ficou em frente da imensa coluna de fogo divino, ajeitou seu traje, virou para o público e disse, “Assim, cai por terra o argumento de meu oponente.” E então ele encerrou o debate da maneira que todos os debates devem ser encerrados: abatendo os perdedores.

2. Juízes 15:15-16


Sansão poderia ter dominado esta lista se tivéssemos deixado.

Ele era uma espécie de super-herói bíblico, que podia basicamente invocar os poderes do Senhor para se transformar um furacão de chuta-traseiros. Toda sua história envolve uma disputa com os Filisteus, povo que viveu em parte do que hoje é Israel e que adotava a velha tradição de ir em guerra contra os Judeus. Ou, neste caso, os Filisteus foram em guerra contra somente Sansão. E basicamente perderam.

Neste dia específico, os Filisteus queimaram a esposa de Sansão até a morte, e enviaram alguns homens para o capturarem. Para ser mais específico, eles enviaram 3.000 homens. Então, neste ponto, ou Sansão tinha a reputação de fodão mundial, ou o exército dos Filisteus era o equivalente daquela bosta de battle droids de Guerra nas Estrelas que só matavam um soldado inimigo esmagando-o em uma pilha de seus próprios corpos.

De qualquer forma, o número de soldados não foi o bastante. Sansão arrebentou o crânio de um jumento morto por perto e pegou um destes:


Se a Bíblia tivesse sido escrita pelo Rei Leônidas e pelo resto dos espartanos de 300 (já assistiu ou leu 300 de Esparta?), ela provavelmente seria muito parecida com o que é hoje em dia.

No fim das contas, a Bíblia é lotada de pancadaria.

9. Êxodo 2:11-12


Claro, Moisés era um grande líder, um emancipador de seu povo e um profeta. A maioria das pessoas não sabe, porém, que ele era também o equivalente bíblico de Sam Fisher (do game Splinter Cell) — uma máquina de matar, capaz de assassinar nas sombras, sem piedade ou remorso.

Martin Luther King pode ter tido um sonho, mas Moisés tinha uma contagem de corpos.

Dá quase pra visualizar a cena: Um soldado Egípcio está gritando com um hebreu sem sorte quando Moisés, vestido de preto da cabeça aos pés, desce do telhado. Se movendo tão furtivo quanto um gato, ele se aproxima por trás do soldado e, segurando a cabeça do infeliz com as mãos, torce o pescoço do indivíduo em um movimento rápido.

Enquanto o corpo sem vida cai aos seus pés, Moisés acende um charuto. “Bem”, ele diz com ironia, “isto lhe ensina a não Judiar de mais ninguém”.


Moisés, visto aqui no momento em que vai acabar com a raça de um Egípcio distraído.

Moisés depois derrota o Faraó Egípcio que, se a memória não nos falha, estava utilizando escravos hebreus para construir uma armadura de batalha de 12 metros de altura capaz de lançar mísseis nucleares em qualquer ponto do mundo.

8. II Reis 2:23-24


Todo mundo já passou por isso… você está caminhando, cuidando da própria vida, quando um grupo de garotos pentelhos começam a tirar sarro de você.

A maioria de nós simplesmente continuariam andando, ou talvez gritasse alguns palavrões em resposta, ou lhes mostrasse o dedo. Já Eliseu (comumente conhecido como o Luke Skywalker do profeta “Obi-Wan Kenobi” Elias), porém, decide ir um passo além.

Clamando pelo nome de Deus, ele invoca ursos do caralho para acabar com a raça dos moleques.

Os cristãos constantemente exigem que a presença de pregadores nas escolas seja obrigatória, para manter as crianças de hoje em dia na linha, mas nós discordamos desta estratégia. O que precisamos nas escolas são ursos. Se cada professor tivesse o poder de invocar um par de vingadores peludos comedores de criancinhas, você pode apostar que os alunos seriam as crianças mais bem educadas que já existiram.

A escolha é simples: assista a aula de biologia ou conheça em primeira mão o sistema digestivo do Ursus horribilis.


A cada ano em Israel, ataques de ursos divinos matam mais de 500 crianças.

Digno de nota é que, mesmo após sua morte, Eliseu continuou a ser fodão. II Reis 13:20-21 nos conta que quando um corpo de um morto era jogado na tumba de Eliseu e tocava em seus ossos, o defunto voltava à vida.

É incerto se Eliseu tinha este poder em vida, ou mesmo em morte, mas gostamos de pensar que ele tinha sim, e que tinha o hábito de matar suas vítimas com ursos, as ressuscitar, e então imediatamente re-invocar os ursos para matá-las de novo. E que ele simplesmente repetia a coisa toda de novo e de novo até ficar entediado.

7. Ezequiel 23:19-20


Ao contrário do que você possa pensar, a Bíblia nunca se esquivou de falar sobre sexo.

Inclusive, o Cântico de Salomão inteiro dedica-se a descrever um casal trepando, completo com versos como “Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres”. O versículo acima é particularmente explícito, contudo, nos informando que os Egípcios são bem-dotados como animais de fazenda, e que podem ejacular em quantidades que rivalizam com as cheias anuais do Nilo.



Não esqueça que os Egípcios eram os antigos escravizadores dos Judeus e os bandidos da história.



Então você pode ter certeza que sua reputação de incomensuravelmente bem dotados era verdadeira quando o pior que seus inimigos poderia dizer é “Vá então! Volte para aqueles malditos pauzudos! Eu espero que você seja feliz com aquelas bengas gigantescas.”

E os antigos Egípcios não exatamente negavam esta reputação. As ruínas egípcias estão cheias de estátuas como esta à direita (este é Min, o deus dos bem-dotados). Foram eles inclusive que inventaram os obeliscos fálicos para propagar esta reputação. Esta era sua mensagem para a humanidade: “Contemple nossa torre pirocuda e se desesperem.”

Esta passagem cria um problema para muitos novos leitores da Bíblia.

Após ler isto, é impossível voltar e ler da mesma maneira a história de Moisés matando o carinha Egípcio. Quando ela fala do Egípcio metendo o pau no escravo Hebreu, é impossível não se imaginar com o QUE ele está batendo no pobre homem. Contudo, esta passagem pelo menos deixa a intervenção mortal de Moisés ainda mais justificável.

6. Juízes 3:16-23


Dizem que a História se repete e este versículo ilustra claramente esta verdade. Nosso herói Eúde teve a idéia de esconder uma arma prendendo-a no corpo milhares de anos antes de John McClane fazer o mesmo em Duro de Matar.



Após contornar a eficaz segurança, Eúde continua a agir como o personagem de Bruce Willis ao soltar a sagaz fala: “Eu tenho uma mensagem de Deus para você,” diz ele, pouco antes de sacar rapidamente sua lâmina e enfiá-la na barriga do grotescamente obeso e mau Rei Eglom.

Fala sério, a única maneira de melhorar a história seria encaixando um terrível trocadilho do tipo “Você está precisando cortar a gordura de sua dieta!” ou “Parece que para ser rei é preciso ter estômago!” Ao sair, Eúde mostra que não esqueceu dos bons modos ao fechar as portas do recinto que deixava. Nada é dito sobre ele fugir pelos telhados tipo no jogo Assassin’s Creed, então temos de assumir que foi o que ele fez.

Embora pareça terrível a forma como a mensagem de Deus foi entregue a Eglom, ele teve sorte. Como você verá, às vezes Deus entrega a mensagem pessoalmente.

5. Números 16:23, 31-33


O acontecimento acima ocorreu anos após Moisés ter matado o carinha Egípcio e ter conduzido um país inteiro de Hebreus pelo deserto por onde vagaram sem propósito por várias décadas (como pode ser visto no Os Dez Mandamentos). Em certo momento, um agitador chamado Coré e 250 partidários se uniram e expressaram uma série de reclamações pelo fato de estarem vagando sem propósito pelo deserto.

Deus ouviu cuidadosamente suas reclamações, pesou seus pontos de vista e então fez a terra os engolir vivos. O texto não deixa claro se a terra fez ou não o som de “NHAM, MUNCH, MUNCH, NHAM”, então os acadêmicos são forçados a especular.

Isto realmente põe as coisas em perspectiva para os críticos anti-religião. Eles podem reclamar o que quiserem sobre “intolerância” religiosa e sobre evangélicos insistentes tentando censurar a TV e enchendo o saco sobre conversão. Mas é uma puta de uma evolução frente a situação durante o Êxodo, quando Deus jogava os infiéis como comida para o terrível Sarlacc.


Dois versículos mais tarde, Deus manda uma bola de fogo e incinera outros 250 rebeldes.

Você é obrigado a imaginar que houve um momento de alívio quando os 250 rebeldes viram que não foram engolidos junto com a turma do Coré. “É isso ai!”, provavelmente disseram. “Obrigado! Estávamos quase com vontade de enterrar aqueles babacas nós mesmos! Felizmente nós aprendemos o erro de nossa rebeldia e… ei, o que é aquilo?… AAARRRGGGHHH! FOGO!!”

4. Deuteronômio 25:11-12


Esta é uma lei masculina com certeza. Quando Conan se torna rei no final de Conan, O Destruidor, você pode ter certeza de que haverá uma lei destas deste seu primeiro dia no cargo. “Senhoritas, nós respeitamos seu direito de resolver disputas de qualquer maneira que achem necessária para a situação. Mas, NÃO METAM A MÃO NAS BOLAS.”

As palavras na Bíblia são as próprias palavras de Deus, falando aos Hebreus e usando do tempo para acrescentar a regra da mão-nas-bolas nos mandamentos complementares que não chegaram aos 10 originais. Isto deve ter ocorrido logo após Deus perceber que seu plano para uma sociedade patriarcal tinha uma falha fatal, que era a que as mulheres poderiam vencer qualquer conflito ao simplesmente apertarem as bolas do homem.

Agora vocês, tipinhos liberais e nervosinhos que estão reclamando que isto é bárbaro e misógino. Talvez um pouco de contexto os ajude. Apenas algumas páginas antes, no Deuteronômio 23:1, encontramos o seguinte:


“Esmagados os testículos?”

Arg!

Tudo na Bíblia deve ser entendido no contexto da época em que estas pessoas viviam. E, aparentemente, estas pessoas viviam em uma época onde “esmagar” testículos era tão comum que vítimas de emasculação eram um dado demográfico a ser considerado pela legislação.

Pode chamar estes mandamentos de selvageria, se quiser, mas se você fosse Deus, quantos bagos teriam de ser “esmagados” até você reagir? Achamos que a resposta seria dois.

Claro, se você não é um crente e não acha que este mandamento de “pegue nos ovos, perca a mão” é mesmo a palavra do Todo-poderoso, fica óbvio o que ocorreu: A regra foi estabelecida por algum clérigo raivoso durante logo após o primeiro ou segundo minutos de ter tido seu saco esmagado. Toda perspectiva tende a ir pelo espaço naquele momento.

3. I Reis 18:24, 38-40


É assim que costumavam ser os debates religiosos naquela época.

A situação era que o povo de Israel começou a adorar a Baal, uma fé que usava de muitas prostitutas em seus rituais e que, portanto, ganhou imensa popularidade. Elias (não o dos ursos, aquele era Eliseu) decidiu que o povo deveria escolher entre Baal e o Senhor.

Ao invés de escrever uma série de livros e dar um monte de palestras chatas, Elias convidou 450 profetas de Baal para uma competição, onde ambos os lados fariam um sacrifício de animais em oferenda. O Deus que fizesse chover fogo por sobre a oferenda seria o que todos adorariam.

É brilhante em sua simplicidade e nos surpreende que os debates religiosos nunca mais tenham sido conduzidos desta forma. Você pode levantar quaisquer desafios intelectuais quiser sobre a fé e as origens do universo mas, ao final do dia, você tem que adorar ao deus que pode lhe incinerar. É uma questão de bom senso.

Gostamos de pensar que Elias ficou em frente da imensa coluna de fogo divino, ajeitou seu traje, virou para o público e disse, “Assim, cai por terra o argumento de meu oponente.” E então ele encerrou o debate da maneira que todos os debates devem ser encerrados: abatendo os perdedores.

2. Juízes 15:15-16


Sansão poderia ter dominado esta lista se tivéssemos deixado.

Ele era uma espécie de super-herói bíblico, que podia basicamente invocar os poderes do Senhor para se transformar um furacão de chuta-traseiros. Toda sua história envolve uma disputa com os Filisteus, povo que viveu em parte do que hoje é Israel e que adotava a velha tradição de ir em guerra contra os Judeus. Ou, neste caso, os Filisteus foram em guerra contra somente Sansão. E basicamente perderam.

Neste dia específico, os Filisteus queimaram a esposa de Sansão até a morte, e enviaram alguns homens para o capturarem. Para ser mais específico, eles enviaram 3.000 homens. Então, neste ponto, ou Sansão tinha a reputação de fodão mundial, ou o exército dos Filisteus era o equivalente daquela bosta de battle droids de Guerra nas Estrelas que só matavam um soldado inimigo esmagando-o em uma pilha de seus próprios corpos.

De qualquer forma, o número de soldados não foi o bastante. Sansão arrebentou o crânio de um jumento morto por perto e pegou um destes:


… e então matou mil homens com isso. MIL!

O que devemos enfatizar nesta história é a bravura dos soldados Filisteus, especialmente daqueles que se mantiveram atacando mesmo após verem 700 ou mais de seus companheiros irem pra fita com crânios quebrados. Estamos falando de caras que provavelmente escalaram uma pilha de corpos de quase 5 metros para chegar até ele.

Se esta história parece inverossímil, você pode sempre culpar erros de tradução (por exemplo, em algumas versões da história são 20 Filisteus ao invés de mil). Nós gostamos de pensar que eles simplesmente confundiram uma queixada de jumento com a de um Tyrannosaurus Rex.



Ou, talvez “queixada de jumento” tenha sido erroneamente traduzido da palavra original em hebraico para “metralhadora de 20mm.”


Os outros competidores para esta posição na lista incluem Josebe-Bassebete que, de acordo com 2 Samuel 23:8, “… que se levantou sua lança contra oitocentos, e os feriu de uma vez.”

Obviamente que ele perdeu pontos por matar menos homens e por usar uma arma de verdade para isto, o que, neste ponto, até parece trapaça. Também tem o Anate em Juízes 3:31, que “feriu a seiscentos homens dos Filisteus com uma aguilhada de bois.”

Uma aguilhada é uma vara pontiaguda que se usa para espetar gado. Este evento iniciou a tradição israelita de matar grandes números de inimigos com ferramentas de fazenda, o que continuou através de Sansão até os tempos modernos, quando a Guerra dos Seis Dias de 1967 foi ganha por um camponês israelita inválido empunhando um regador.

De qualquer forma, os Filisteus certamente lembravam de Sansão como a pior coisa que já ocorreu a eles.

1. I Samuel 18:25-27


 
Se a Bíblia tivesse sido escrita pelo Rei Leônidas e pelo resto dos espartanos de 300 (já assistiu ou leu 300 de Esparta?), ela provavelmente seria muito parecida com o que é hoje em dia.

No fim das contas, a Bíblia é lotada de pancadaria.

9. Êxodo 2:11-12


Claro, Moisés era um grande líder, um emancipador de seu povo e um profeta. A maioria das pessoas não sabe, porém, que ele era também o equivalente bíblico de Sam Fisher (do game Splinter Cell) — uma máquina de matar, capaz de assassinar nas sombras, sem piedade ou remorso.

Martin Luther King pode ter tido um sonho, mas Moisés tinha uma contagem de corpos.

Dá quase pra visualizar a cena: Um soldado Egípcio está gritando com um hebreu sem sorte quando Moisés, vestido de preto da cabeça aos pés, desce do telhado. Se movendo tão furtivo quanto um gato, ele se aproxima por trás do soldado e, segurando a cabeça do infeliz com as mãos, torce o pescoço do indivíduo em um movimento rápido.

Enquanto o corpo sem vida cai aos seus pés, Moisés acende um charuto. “Bem”, ele diz com ironia, “isto lhe ensina a não Judiar de mais ninguém”.


Moisés, visto aqui no momento em que vai acabar com a raça de um Egípcio distraído.

Moisés depois derrota o Faraó Egípcio que, se a memória não nos falha, estava utilizando escravos hebreus para construir uma armadura de batalha de 12 metros de altura capaz de lançar mísseis nucleares em qualquer ponto do mundo.

8. II Reis 2:23-24


Todo mundo já passou por isso… você está caminhando, cuidando da própria vida, quando um grupo de garotos pentelhos começam a tirar sarro de você.

A maioria de nós simplesmente continuariam andando, ou talvez gritasse alguns palavrões em resposta, ou lhes mostrasse o dedo. Já Eliseu (comumente conhecido como o Luke Skywalker do profeta “Obi-Wan Kenobi” Elias), porém, decide ir um passo além.

Clamando pelo nome de Deus, ele invoca ursos do caralho para acabar com a raça dos moleques.

Os cristãos constantemente exigem que a presença de pregadores nas escolas seja obrigatória, para manter as crianças de hoje em dia na linha, mas nós discordamos desta estratégia. O que precisamos nas escolas são ursos. Se cada professor tivesse o poder de invocar um par de vingadores peludos comedores de criancinhas, você pode apostar que os alunos seriam as crianças mais bem educadas que já existiram.

A escolha é simples: assista a aula de biologia ou conheça em primeira mão o sistema digestivo do Ursus horribilis.


A cada ano em Israel, ataques de ursos divinos matam mais de 500 crianças.

Digno de nota é que, mesmo após sua morte, Eliseu continuou a ser fodão. II Reis 13:20-21 nos conta que quando um corpo de um morto era jogado na tumba de Eliseu e tocava em seus ossos, o defunto voltava à vida.

É incerto se Eliseu tinha este poder em vida, ou mesmo em morte, mas gostamos de pensar que ele tinha sim, e que tinha o hábito de matar suas vítimas com ursos, as ressuscitar, e então imediatamente re-invocar os ursos para matá-las de novo. E que ele simplesmente repetia a coisa toda de novo e de novo até ficar entediado.

7. Ezequiel 23:19-20


Ao contrário do que você possa pensar, a Bíblia nunca se esquivou de falar sobre sexo.

Inclusive, o Cântico de Salomão inteiro dedica-se a descrever um casal trepando, completo com versos como “Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres”. O versículo acima é particularmente explícito, contudo, nos informando que os Egípcios são bem-dotados como animais de fazenda, e que podem ejacular em quantidades que rivalizam com as cheias anuais do Nilo.



Não esqueça que os Egípcios eram os antigos escravizadores dos Judeus e os bandidos da história.



Então você pode ter certeza que sua reputação de incomensuravelmente bem dotados era verdadeira quando o pior que seus inimigos poderia dizer é “Vá então! Volte para aqueles malditos pauzudos! Eu espero que você seja feliz com aquelas bengas gigantescas.”

E os antigos Egípcios não exatamente negavam esta reputação. As ruínas egípcias estão cheias de estátuas como esta à direita (este é Min, o deus dos bem-dotados). Foram eles inclusive que inventaram os obeliscos fálicos para propagar esta reputação. Esta era sua mensagem para a humanidade: “Contemple nossa torre pirocuda e se desesperem.”

Esta passagem cria um problema para muitos novos leitores da Bíblia.

Após ler isto, é impossível voltar e ler da mesma maneira a história de Moisés matando o carinha Egípcio. Quando ela fala do Egípcio metendo o pau no escravo Hebreu, é impossível não se imaginar com o QUE ele está batendo no pobre homem. Contudo, esta passagem pelo menos deixa a intervenção mortal de Moisés ainda mais justificável.

6. Juízes 3:16-23


Dizem que a História se repete e este versículo ilustra claramente esta verdade. Nosso herói Eúde teve a idéia de esconder uma arma prendendo-a no corpo milhares de anos antes de John McClane fazer o mesmo em Duro de Matar.



Após contornar a eficaz segurança, Eúde continua a agir como o personagem de Bruce Willis ao soltar a sagaz fala: “Eu tenho uma mensagem de Deus para você,” diz ele, pouco antes de sacar rapidamente sua lâmina e enfiá-la na barriga do grotescamente obeso e mau Rei Eglom.

Fala sério, a única maneira de melhorar a história seria encaixando um terrível trocadilho do tipo “Você está precisando cortar a gordura de sua dieta!” ou “Parece que para ser rei é preciso ter estômago!” Ao sair, Eúde mostra que não esqueceu dos bons modos ao fechar as portas do recinto que deixava. Nada é dito sobre ele fugir pelos telhados tipo no jogo Assassin’s Creed, então temos de assumir que foi o que ele fez.

Embora pareça terrível a forma como a mensagem de Deus foi entregue a Eglom, ele teve sorte. Como você verá, às vezes Deus entrega a mensagem pessoalmente.

5. Números 16:23, 31-33


O acontecimento acima ocorreu anos após Moisés ter matado o carinha Egípcio e ter conduzido um país inteiro de Hebreus pelo deserto por onde vagaram sem propósito por várias décadas (como pode ser visto no Os Dez Mandamentos). Em certo momento, um agitador chamado Coré e 250 partidários se uniram e expressaram uma série de reclamações pelo fato de estarem vagando sem propósito pelo deserto.

Deus ouviu cuidadosamente suas reclamações, pesou seus pontos de vista e então fez a terra os engolir vivos. O texto não deixa claro se a terra fez ou não o som de “NHAM, MUNCH, MUNCH, NHAM”, então os acadêmicos são forçados a especular.

Isto realmente põe as coisas em perspectiva para os críticos anti-religião. Eles podem reclamar o que quiserem sobre “intolerância” religiosa e sobre evangélicos insistentes tentando censurar a TV e enchendo o saco sobre conversão. Mas é uma puta de uma evolução frente a situação durante o Êxodo, quando Deus jogava os infiéis como comida para o terrível Sarlacc.


Dois versículos mais tarde, Deus manda uma bola de fogo e incinera outros 250 rebeldes.

Você é obrigado a imaginar que houve um momento de alívio quando os 250 rebeldes viram que não foram engolidos junto com a turma do Coré. “É isso ai!”, provavelmente disseram. “Obrigado! Estávamos quase com vontade de enterrar aqueles babacas nós mesmos! Felizmente nós aprendemos o erro de nossa rebeldia e… ei, o que é aquilo?… AAARRRGGGHHH! FOGO!!”

4. Deuteronômio 25:11-12


Esta é uma lei masculina com certeza. Quando Conan se torna rei no final de Conan, O Destruidor, você pode ter certeza de que haverá uma lei destas deste seu primeiro dia no cargo. “Senhoritas, nós respeitamos seu direito de resolver disputas de qualquer maneira que achem necessária para a situação. Mas, NÃO METAM A MÃO NAS BOLAS.”

As palavras na Bíblia são as próprias palavras de Deus, falando aos Hebreus e usando do tempo para acrescentar a regra da mão-nas-bolas nos mandamentos complementares que não chegaram aos 10 originais. Isto deve ter ocorrido logo após Deus perceber que seu plano para uma sociedade patriarcal tinha uma falha fatal, que era a que as mulheres poderiam vencer qualquer conflito ao simplesmente apertarem as bolas do homem.

Agora vocês, tipinhos liberais e nervosinhos que estão reclamando que isto é bárbaro e misógino. Talvez um pouco de contexto os ajude. Apenas algumas páginas antes, no Deuteronômio 23:1, encontramos o seguinte:


“Esmagados os testículos?”

Arg!

Tudo na Bíblia deve ser entendido no contexto da época em que estas pessoas viviam. E, aparentemente, estas pessoas viviam em uma época onde “esmagar” testículos era tão comum que vítimas de emasculação eram um dado demográfico a ser considerado pela legislação.

Pode chamar estes mandamentos de selvageria, se quiser, mas se você fosse Deus, quantos bagos teriam de ser “esmagados” até você reagir? Achamos que a resposta seria dois.

Claro, se você não é um crente e não acha que este mandamento de “pegue nos ovos, perca a mão” é mesmo a palavra do Todo-poderoso, fica óbvio o que ocorreu: A regra foi estabelecida por algum clérigo raivoso durante logo após o primeiro ou segundo minutos de ter tido seu saco esmagado. Toda perspectiva tende a ir pelo espaço naquele momento.

3. I Reis 18:24, 38-40


É assim que costumavam ser os debates religiosos naquela época.

A situação era que o povo de Israel começou a adorar a Baal, uma fé que usava de muitas prostitutas em seus rituais e que, portanto, ganhou imensa popularidade. Elias (não o dos ursos, aquele era Eliseu) decidiu que o povo deveria escolher entre Baal e o Senhor.

Ao invés de escrever uma série de livros e dar um monte de palestras chatas, Elias convidou 450 profetas de Baal para uma competição, onde ambos os lados fariam um sacrifício de animais em oferenda. O Deus que fizesse chover fogo por sobre a oferenda seria o que todos adorariam.

É brilhante em sua simplicidade e nos surpreende que os debates religiosos nunca mais tenham sido conduzidos desta forma. Você pode levantar quaisquer desafios intelectuais quiser sobre a fé e as origens do universo mas, ao final do dia, você tem que adorar ao deus que pode lhe incinerar. É uma questão de bom senso.

Gostamos de pensar que Elias ficou em frente da imensa coluna de fogo divino, ajeitou seu traje, virou para o público e disse, “Assim, cai por terra o argumento de meu oponente.” E então ele encerrou o debate da maneira que todos os debates devem ser encerrados: abatendo os perdedores.

2. Juízes 15:15-16


Sansão poderia ter dominado esta lista se tivéssemos deixado.

Ele era uma espécie de super-herói bíblico, que podia basicamente invocar os poderes do Senhor para se transformar um furacão de chuta-traseiros. Toda sua história envolve uma disputa com os Filisteus, povo que viveu em parte do que hoje é Israel e que adotava a velha tradição de ir em guerra contra os Judeus. Ou, neste caso, os Filisteus foram em guerra contra somente Sansão. E basicamente perderam.

Neste dia específico, os Filisteus queimaram a esposa de Sansão até a morte, e enviaram alguns homens para o capturarem. Para ser mais específico, eles enviaram 3.000 homens. Então, neste ponto, ou Sansão tinha a reputação de fodão mundial, ou o exército dos Filisteus era o equivalente daquela bosta de battle droids de Guerra nas Estrelas que só matavam um soldado inimigo esmagando-o em uma pilha de seus próprios corpos.

De qualquer forma, o número de soldados não foi o bastante. Sansão arrebentou o crânio de um jumento morto por perto e pegou um destes:


… e então matou mil homens com isso. MIL!

O que devemos enfatizar nesta história é a bravura dos soldados Filisteus, especialmente daqueles que se mantiveram atacando mesmo após verem 700 ou mais de seus companheiros irem pra fita com crânios quebrados. Estamos falando de caras que provavelmente escalaram uma pilha de corpos de quase 5 metros para chegar até ele.

Se esta história parece inverossímil, você pode sempre culpar erros de tradução (por exemplo, em algumas versões da história são 20 Filisteus ao invés de mil). Nós gostamos de pensar que eles simplesmente confundiram uma queixada de jumento com a de um Tyrannosaurus Rex.


Ou, talvez “queixada de jumento” tenha sido erroneamente traduzido da palavra original em hebraico para “metralhadora de 20mm.”



Os outros competidores para esta posição na lista incluem Josebe-Bassebete que, de acordo com 2 Samuel 23:8, “… que se levantou sua lança contra oitocentos, e os feriu de uma vez.”

Obviamente que ele perdeu pontos por matar menos homens e por usar uma arma de verdade para isto, o que, neste ponto, até parece trapaça. Também tem o Anate em Juízes 3:31, que “feriu a seiscentos homens dos Filisteus com uma aguilhada de bois.”

Uma aguilhada é uma vara pontiaguda que se usa para espetar gado. Este evento iniciou a tradição israelita de matar grandes números de inimigos com ferramentas de fazenda, o que continuou através de Sansão até os tempos modernos, quando a Guerra dos Seis Dias de 1967 foi ganha por um camponês israelita inválido empunhando um regador.

De qualquer forma, os Filisteus certamente lembravam de Sansão como a pior coisa que já ocorreu a eles.

1. I Samuel 18:25-27


Esta passagem levanta milhares de questões. Aqui colocamos só as mais evidentes:

O que Saul (o rei na época) queria com 100 prepúcios? Por acaso ia fazer um cachecol?

Por acaso Davi não pensou que este pedido era esquisito?

Se este era um plano secreto para matar Davi, por que ele não pediu para que ele trouxesse, digamos, 100 prepúcios de ursos?

E Davi apenas perambulou Filistéia matando os 200 primeiros homens que viu? E os Filisteus não acharam isso estranho? Ou, com toda merda que ocorria com eles naquele tempo, eles apenas deram de ombros?

Como você faz a circuncisão forçada de 200 homens sem violar o mandamento de “Não pegue nas bolas” visto anteriormente?

De quem era o trabalho de contar os prepúcios depois que Davi retornou? Existia um par de pinças longo o bastante para a tarefa?


Achamos que nunca saberemos. Não importa pois, em seu âmago, é uma história de amor. Pela mão de Mical, Davi foi além do que qualquer homem iria. Muito, muito além.

Senhoritas, quando um homem for pedir sua mão, faça a ele uma simples pergunta: “Quantos cacetes você mutilaria por mim?” Se você pedir cem e ele nem piscar, será um bom marido. Mas se ele for como Davi, que foi mandado atrás de cem e voltou com o dobro só porque deu na telha, bem, você tem um amor que durará milênios.

***

Este é um texto humorístico publicado no site de comédia Cracked.com e não deve ser levado a sério. Por Owen Ball e David Wong.


Um comentário:

  1. existia a epoca da espada e depois de jesus a epoca da graça ( dar a outra face ) tanto é q quando um discipulo de jesus cortou a orelha de um soldado jesus a colou de volta e disse q nao era mais epoca da ESPADA ....ISLAMICOS nao aceitaram jesus e eles ainda sao da era da espada ... eles serao os que perseguirao os cristaos na epoca da tribulaçao ...... vcs ATEUS serao mais ainda torturados .....

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