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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

URGENTE: Richa suspende distribuição de aulas e caos aumenta nas escolas do Paraná

O governo Beto Richa (PSDB) mandou suspender no início desta noite a distribuição de aulas prevista para esta sexta-feira (10) e sábado (11) aos professores contratados em regime PSS (Processo Seletivo Simplificado).
No Paraná, a média de contratados pelo PSS vinha sendo de 33 mil profissionais. No entanto, com a resolução 113/2017, esse número poderá despencar para 23 mil em todo o estado.
A decisão pela suspensão é mais uma etapa da guerra jurídica que o tucano trava com a APP-Sindicato.
Richa parou com o processo de distribuição de aulas alegando precisar de tempo para se adequar à decisão liminar da Justiça, que, ontem (8), derrubou a redução da hora-atividade de 33% para 25% como previa a “resolução da maldade”.
Com a derrota de Beto Richa, a seis dias do início das aulas, a Secretaria de Educação suspendeu temporariamente a distribuição de aulas, mas, o governo avisa que vai recorrer da decisão.
A intransigência de Beto Richa, que persegue os educadores desde o início de 2015, poderá prejudicar indiretamente até 6 milhões de paranaenses. Diretamente serão afetados pela “resolução da maldade” do tucano 1,1 milhão de pessoas, sendo 1 milhão de alunos e cerca de 100 mil educadores.
“Há uma angústia espalhada pela nossa categoria e pela comunidade, que não tem ideia do que pode ocorrer. O governo deveria, diante do caos que tem estabelecido na rede pública de ensino, frear o ímpeto de vingança e se concentrar em redistribuir as aulas – respeitando as leis – o mais rápido possível. De qualquer forma, neste sábado, dia 11, em Maringá, professores e funcionários de escola analisarão, na assembleia, o atual quadro e decidirão quais serão os próximos passos”, convocou Hermes Leão, presidente da APP-Sindicato.
Afinal, vai ter greve na educação? De zero a 10, hoje, Beto Richa provocaria 9,5 de chances a favor do movimento paredista.
O projeto do governador do PSDB é cortar em 50% os salários dos professores (não atribuindo aulas extraordinárias àqueles que adoeceram, por exemplo), fechar turmas e reduzir o número de mestres nos estabelecimentos (diminuição da hora-atividade) – o que pode gerar a superlotação nas salas e dificultar a qualidade da aprendizagem.
Há também um grupo trabalhado pelo fechamento de 200 escolas no próximo ano letivo, mas aí é outra luta.

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