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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Pais de vítimas da boate Kiss podem ser julgados antes dos réus pela tragédia

É duro – e necessário – lembrar que no dia 27 de janeiro de 2013, um incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, deixou 242 mortos, uma maioria de jovens universitários. Quatro anos se passaram e nenhum dos quatro réus pelo caso foi condenado de forma definitiva. São eles Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, sócios da boate, e Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão, da banda Gurizada Fandangueira. E não há previsão para o julgamento, entre adiamentos e recursos.
Por outro lado, sabe quem pode ser julgado antes dos responsáveis pela tragédia? Os pais das vítimas. Isso mesmo. Segundo informa o Zero Hora, Sérgio Silva e Flávio Silva, presidente e vice da associação de pais das vítimas do incêndio, afixaram cartazes com a foto do promotor Ricardo Lozza e o texto “O MP e seus promotores também sabiam que a boate estava funcionando de forma irregular”. Lozza abriu processo contra os dois por calúnia e difamação. A conclusão desta ação não deve passar do primeiro semestre de 2017. O julgamento dos responsáveis pelas 242 mortes? Ninguém se atreve a cravar.
Fonte

Um comentário:

  1. kkkkk se é farsa nao sei mas ate aonde eu sei isso nao é nada perto das coisas que acontecem na igreja catolica padres pedofilos abusam ate das criancinhas

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