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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Asteroide 2002 NT7 vai colidir com a Terra em fevereiro de 2019

Estaria a NASA escondendo uma grande catástrofe com data marcada? Qual é a verdade sobre o asteroide de 2 km
O asteroide 2002 NT7 (89959 2002 NT7), é um NEO (objeto próximo da Terra), com 2 km de diâmetro, descoberto no dia 9 de julho de 2002. O asteroide recém descoberto poderia ter passado despercebido, em meio a centenas de novos objetos que viriam a ser descobertos mais tarde, porém, algo chamou a atenção dos cientistas: sua trajetória.
O asteroide 2002 NT7 se tornou o primeiro objeto observado pelo programa de monitoramento NEO da NASA a ganhar um número positivo na Escala de Palermo (0,06). Para entendermos um pouco essa escala, ela tem a função de medir o risco de impacto de objetos com a Terra.
Ela se parece com a Escala de Turim (que utiliza valores entre 0 e 10), porém, é mais detalhada e muito mais complexa. Na Escala de Palermo, o valor -2 representa um risco médio de impacto de 1%; o valor 0 indica uma probabilidade de impacto média igual a do risco médio, e o valor 2 indica que a chance de impacto é 100 vezes superior ao risco médio.
Por ter sido o primeiro objeto com risco considerável de colisão com a Terra, logo ele ganhou a atenção de vários cientistas, que refizeram os cálculos, e novas observações auxiliaram na previsão de sua trajetória. Alguns dias mais tarde, em 28 de fevereiro de 2002, especialistas da NASA descartaram a possibilidade de colisão com a Terra. “Nós já podemos desconsiderar qualquer possibilidade de impacto para o dia 1° de fevereiro de 2019”, disse Don Yeomans, da NASA. “Ainda não podemos descartar completamente a chance de impacto com a Terra para 2060, mas ao que tudo indica, ela também deve ser descartada com o passar do tempo.”
Como já era de se esperar, o asteroide 2002 NT7 foi (e ainda é) motivo de discussões e teorias mirabolantes. De acordo com sites especialistas em “teorias da conspiração”, o Governo Norte-Americano teria emitido um comunicado para que a NASA retirasse imediatamente qualquer possibilidade de impacto do asteroide 2002 NT7 com a Terra, mesmo que essa possibilidade ainda existisse.
Na opinião de Benny Peiser, da Universidade John Moore de Liverpool, na Inglaterra, seria prudente deixar claro para a sociedade que a trajetória do asteroide 2002 NT7 pode ser alterada por conta de atrações gravitacionais de outros objetos, e que futuras observações poderiam resultar em novas datas de colisão.

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