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sábado, 10 de dezembro de 2016

Confira as maiores explosões do universo

Durante o auge da Guerra Fria, alguns satélites de espionagem dos EUA mudaram a nossa visão do Universo para sempre.
Em 1963, um ano após a crise dos mísseis cubanos quase mergulhar o mundo em uma guerra nuclear, os EUA lançaram um conjunto de naves espaciais para manter o olho sobre a União Soviética.
Os satélites foram concebidos para detectar a radiação chamada de raios gama de alta energia, que são produzidos por explosões nucleares. Em 1967, os satélites começaram a detectar várias explosões misteriosas de radiação. Mas as explosões não pareciam ser bombas nucleares. Porque elas estavam vindo do espaço exterior. As duas superpotências tinham acabado de assinar um tratado que proibiu os testes nucleares na atmosfera e no espaço. A partir de cerca de 100 mil km acima da Terra, estes satélites certificam que os soviéticos cumpram o acordo.

Em 1991, a NASA lançou o Compton Gamma Ray Observatory, equipado com o primeiro instrumento de explosão de raios gama, chamado BATSE, para o Burst e Experiment Transient Fonte.
O instrumento detectou centenas de explosões e logo se tornou evidente que elas vinham de duas classes distintas.
Algumas rajadas foram de curta duração, a queima por apenas alguns milissegundos. Outros eram mais brilhantes e duravam 30 segundos ou mais. Esta revelação fez com que os dois tipos devessem ser provenientes de dois fenômenos muito diferentes.
Em 1997, o satélite identifica uma explosão poderosa. Imediatamente, telescópios foram apontados para a mesma direção e pegaram uma fosforescência. Isto permitiu aos astrônomos medir a distância da uma explosão de raios gama, pela primeira vez.

Mas a descoberta de explosões de raios gama revolucionou esse ponto de vista. “Aqui nós temos coisas que aparecem e desaparecem em horas, minutos ou segundos.”
E agora ficou claro que as explosões de raios gama abriram caminho para um novo tipo de astronomia. Telescópios estão constantemente olhando para o céu para lampejos súbitos e flashes de luz em todos os comprimentos de onda.
Tudo isso aponta para o fato de que nosso Universo é extremamente dinâmico.


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