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sábado, 19 de novembro de 2016

A verdadeira história de ‘O Exorcismo de Emily Rose’ é ainda mais assustadora que o filme

ATENÇÃO: IMAGENS FORTES, ACONSELHAMOS CRITÉRIO AO LEITOR!!! 
O filme foi baseado no calvário verdadeiro vivido por uma jovem alemã nos anos 70.
Atenção: Contém imagens fortes. O filme foi baseado no calvário verdadeiro vivido por uma jovem alemã nos anos 70.
Anneliese Michel era uma jovenzinha comum e alegre, um pouco tímida e membro de uma família muito católica, em Leiblfing, na Alemanha.
Junto a seus pais e suas irmãs, iam à missa pelo menos duas vezes por semana. Quando ela tinha 16 anos, começou a convulsionar do nada, e diagnosticaram epilepsia. Ela também apresentou um quadro de depressão profunda e foi internada. Aos 20 anos de idade, não tolerava mais ver objetos religiosos e havia começado a ouvir vozes.
Anneliese e sua família estavam convencidos de que ela estava possuída por um demônio. Estavam tão convencidos disso que se negaram a continuar com os medicamentos indicados pelo hospital e começaram a buscar ajuda na igreja.

Os primeiros homens que visitaram a família apontaram que era um caso médico, não religioso, mas a família Michel estava convencida que não. Finalmente encontraram os sacerdotes Ernst Alt e Arnold Renz que lhes disseram palavras de apoio, e as sessões de exorcismo começaram.
Durante as sessões, a jovem era trancada numa cela, e não podia comer, beber ou dormir. Alguns dos demônios identificados pelos sacerdotes foram Lucifer, Caim, Judas Iscariotes, Hitler e Nero.
Depois de 11 meses e 67 sessões de exorcismo, o corpo de Anneliese não resistiu. Tinha pneumonia, os ligamentos no joelho estavam quebrados e a autopsia revelou que a causa da morte foi desnutrição e desidratação.
Morreu aos 23 anos, pesando apenas 30 quilos.


O caso abriu um sério debate na Alemanha sobre liberdade religiosa e direitos paternais: quando é exagero? Quando estado deve intervir?
Os padres e os pais da jovem foram declarados culpados de homicídio por negligência. Os pais não receberam pena, pois já haviam sofrido a perda da filha e os padres receberam três anos em liberdade condicional.
Em 2005, os Michel deram uma entrevista e revelaram que acreditavam verdadeiramente que sua filha estava possuída por um demônio.
E que, ao morrer, ela se libertou. Com isso, ao menos, estamos todos de acordo.

Um comentário:

  1. Depois que inventaram a tomografia e o pet scan esses ataques passaram a ser chamados de convulsões tônico-clônicas, um distúrbio elétrico cerebral que nem sempre é caracterizado pela perda de consciência como na epilepsia, por exemplo!

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